segunda-feira, 29 de setembro de 2008

The Wonder Years - temporada 1

Começou bem sem querer, só pra matar a saudade do episódio piloto. E quando eu vi tinha ido a temporada toda (ok, curta de 6 episódios de 30 minutos, mas foi).

A vidinha do Kevin Arnold e sua familia tipica americana dos anos 60.

O pai, aquele pai. Que trabalha o dia todo fora de casa, e quando chega não dá nem boa noite pros familiares, e ai de quem abrir o bico.

A mãe, a tipica dona de casa, que limpa, lava, cozinha, cuida dos filhos, do marido, do cachorro, papagaio, periquito, tartaruga, iguana etc. (a parte zoo eu inventei).

A irmã mais velha, tipica adolescente rebelde em pleno 1968. Hippie, contra a guerra do Vietnã, sexualmente liberal, aquela babosera toda. Em um episódio ela tem um namorado, o Aidan de SatC, e eles praticam o amor livre, tipico da época.

O irmão do meio, o panacão, que vive batendo no Kevin, e implicando. Coisa de irmãos...

Tem o Paul, o melhor amigo do Kevin. O futuro Marlin Manson (lenda). Um panaquinha também. Alergico a tudo e cagão.

E tem a Winnie, a namoradinha do Kevin. O primeiro amor e beijo do Kevin. Perdeu o irmão na guerra do Vietnã no episódio piloto.

Cheio de imagens e eventos dos anos 60, TWY é também a recordação da infância, tanto do Kevin, como da minha, que assistia a série na TV Cultura, logo após o Castelo Ra-Tim-Bum. E apesar de ter visto quase todos os episódios, mesmo sem saber, recordar é viver, como diria o filósofo Fausto Silva.

domingo, 28 de setembro de 2008

Ugly Betty 3x01: The Manhattan Project

Quando acabou a temporada passada de Ugly Betty eu previ que ela ia acabar sem ninguém. Dois bofes ao mesmo tempo era demais pra ela. E, claro, quando ela teve de escolher entre casar com o Henry ou ir pra Roma com o Gio ela preferiu nenhum.
Foi fazer uma viagem sozinha e voltou se achando gente grande. Determinou 3 metas: 1 - Ter mais responsabilidades no trabalho; 2 - Ter um apartamento em NY e 3 - Não se meter em problemas românticos.

Mas eis que ela chega à Mode e ela não trabalha mais lá. Aliás, nem ela, nem Daniel, que foi gentilmente transferido para a revista Player, a playboy dos Meade. E lá é aquela festa. Um monte de babacas juntos. Mas, quem já aturou Marc e Amanda aguenta qualquer coisa e logo ela entra no clima da nova equipe.

O apartamento é um terror. Caindo aos pedaços, mas eis que Hilda, Justin e oPapi vão lá e ajudam a dar um jeito no muquifo.

Agora os problemas românticos...nada ainda, mas Betty conheceu seu novo vizinho, o músico Jesse. Será que lá vem o terceiro bofe?

Daniel, além de estar jogado na revista Player, fazendo de conta que gosta, ainda tem de enfrentar os problemas de relacionamento com DJ, seu filho from France, recém descoberto.

Whillhelmina a bruxa do oeste manipula Alexis como ninguém e ela consegue, inclusive transformar a Hot Flash, revista da Claire Meade em apenas um suplemento da Mode.

Hilda está de caso com o coach Diaz, mesmo ele sendo casado e o Papi trabalhando numa lanchonete, onde a chefe é a Lindsay Lohan. Tudo isso, só em Ugly Betty mesmo.

sábado, 27 de setembro de 2008

Grey's Anatomy 5x01 e 5x02:Dream a Little Dream of Me

Eu sabia. Eu bem que sabia. Aquela cena final da temporada passada em Grey's Anatomy ia dar errado. O Derek não voltou lindo e feliz pra casa de velas que a Meredith construiu. Não. Ele sofreu um acidente de carro e morreu. Morreu. Mas depois, era sonho da Meredith né. Não podiam acabar com o principal casal da série.

Pois então eles estão juntos e a Meredith chama ele pra morar com ela. E depois fica indecisa e vai perguntar o que a Christina acha. Faça-me o favor. Ela pede, despede e depois pede de novo.


E a enfermeira Rose toda engraçalhada. Faz piadinha que está grávida, corta amão do Derek com o bisturi sem querer querendo e depois posa de Madalena Arrependida.


A Christina paga a línga maldita dela, sempre urubuzando a relação da Meredith e do Derek, sendo empalada por uma estaca de gelo. Cena linda. E que abriu espaço para que o médico militar estilo hardcore desse o beijo de pegada fenomenal nela. Finalmente arrumaram um bofe que vai segurar essa japa.


A Lexie Grey toda melosa com o George que tá nem aí pra ela. A Izzie toda se querendo pro Karev, que também quer, mas faz que não quer.


Drª Han e Callie fazem de conta que estão se estranhando, mas estão bem caídas uma pela outra .


E o Chief??


Tá enlouquecido por que o Seatle Grace caiu da terceira posição para 12ª, como hospital escola. E ele promete que vai levar a galera no cabresto.


E, claro, gostaria de agradecer imensamente pelo aparecimento de Denny Duquette. O melhor de tudo nesse primeiro episódio da quinta temporada de Grey's. Vamos ver se essa vai conseguir alavancar melhor que a outra.

GREY'S ANATOMY - 5x01 e 5x02: Dream a Little Dream of Me



Lembra que você viu o promo de GA e pensou que a Rose estava grávida do Derek?
Lembra que você viu o promo de GA e pensou que o Derek ia sofrer um tipo de acidente, com um 'coiso' cainda na barriga dele?

Era mentira!!
A big fat lie!!!!!!!!!!!!!

Então a temporada voltou e não trouxe surpresa alguma, pois era tudo mentira o que os promo mostravam. Acho que até foi bom ser mentira, porque seriado medico, acaba sempre os medico tudo virando pacientes ou morrendo.
But... Continua tudo na mesma.

A história do episódio, quem quiser saber que vá ver, pois eu não vou contar. É episódio duplo e não estou com paciência.

Mas tem momentinhos muito legais.
Hammm, na verdade, quem recebe uma coisada na barriga é a Christina. É uma estaca de gelo que cai do teto, quando ela cai no chão, e créu nela. Nesse momento ela tem uma visão dela e da Meredith muito velhas, se aguentando juntinhas. É bem legal.

E aquela outra historia de que a Izzie ia ficar doente e morrer e no meio do caminho ia voltar a aparecer o Denny, não sei, mas o Denny apareceu no episódio de hoje. Pelo motivo que a narração da Meredith era sobre contos de fadas que nem sempre tem final feliz, happely ever after. E dai, a Izzie desiludida com o Alex, tem uma miragem com o Denny. Mas nada relacionada a doença.

E a Christina pelo jeito arranjou um novo macho. Daqueles que dá ponto sem anestesia. Que se auto dá ponto. Vamo vê que bicho dá.

E o hospital ficou classificado como o 12º do país. Agora pelo jeito o negócio vai pegar fogo.

E no mais, a Meredith aquela coisinha sonsa de sempre, naquele chove não molha. Uma hora vai mora junto, noutra não quer mais, depois ela quer de novo... Mesma coisa de sempre.

Arrested Development


Eu tentei, juro que tentei.

É uma série bem engraçadinha, que dá vontade de ver e não parar mais. Não é daquelas que tu fica os 20 minutos rindo. Mas a gente ri.

Mas não ta dando pra ver. Meus downloads estão tudo duplicados e não consigo acompanhar uma serie se não for do começo ao fim tudo certinho.
Por isso, vou baixar tudo novamente e começar do começo. E em seguida, assistir tudo do começo ao fim, sem falhas.

We'll be back!!!

sexta-feira, 26 de setembro de 2008

The Sopranos: 2ª Temporada

Juro que continuo sem entender direito o motivo de The Sopranos ser considerada a melhor série dos últimos 25 anos. Tenho achado bem tedioso assistir aos 50, 60 minutos de cada episódio. Por isso mesmo, demorei muito mais que o meu normal para ver a segunda temporada. Fiquei esperando um certo tipo de ação que nunca veio. Mas, como eu nunca abandono o barco, continuarei até o final. Que torço para que seja breve, pelo menos por enquanto.
O Tony, depois da prisão do tio, virou o big boss. Dominou tudinho oficialmente. Ele até foi para a Itália, conhecer os mafiosos de lá e importou alguns capangas. Teve de lidar com o mala Richie Aprile, que vem a ser irmão do finado Jackie Aprile, o chefão antes do Tio Corrado. Dae o cara vem cheio de marra, querendo dar uma de fodão e o Tony sempre botando ele de volta no lugar dele.

E sem falar que o Richie se junta com a Janice, uma irmã bem interesseira e carniceira do Tony e então, junta a fome e a vontade de comer e viram o casal mais idiota do mundo. Mas isso só até o Richie dar-lhe uma muqueta na boca e ela delicadamente devolver o favor à bala. O amor é lindo.

Os filhos do Tony sempre uns chatos. Querem a grana do papi, mas se fazem de ofendidos com a, digamos assim, profissão do progenitor.

A Carmela, meu deus, que mulher de aço. Continua aturando esse marido que só faz o que quer. Até que ela tentou ter um amante, mas o coitado evaporou quando descobriu quem era e o que fazia o maridinho dela. E de final ela bem que diz pra ele: te vira ae, vou viajar com as amigas. Vai mesmo Carmela. Vai mesmo.

Ah, a mãe do Tony, aquela lambisgóia velha só causando problemas seja em hospital, o aeroporto, na rua, na chuva, na fazenda, na casinha de sapê. Aff. Insuportável. Bem que o Tony deu-lhe uns bastas.

E o Christoffer sempre fazendo o que o chefe manda, o trabalho sujo e tal...acabou tomando umas belas balas e ficou internado, perdeu o baço e e de brinde foi promovido.

E isso, por que abriu uma vaga. Já que o velho Pussy, depois de um tempão servindo de ajudante pro FBI foi descoberto e acabou virando comida de peixe.

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Fringe 1x03: The Ghost Network

Pois bem. Terceiro episódio de Fringe. Às vezes tenho a leve sensação de que eu não estou entendendo alguma coisa. Mas acho que esse é o objetivo da série.
Dessa vez, a coisa começa num ônibus e um cara com uma maleta. Só o fato do cara estar de maleta já faz a gente imaginar que aquilo não vai prestar. Lá vem alguem sendo derretido, sufocado, envirotizado (eu inventei o termo agorinha apra significar atingido por arma biológica ou vírus!!), ou, como foi o caso, envolvido numa massa que parecia um âmbar, igual aquele que aparece no Jurassic Park, com o mosquito preso dentro.

E pra melhorar tudo, tinha um vidente que não era vidente. Era apenas mais um experimento do Walter, que injetou um metal no cérebro do rapaz, que virou um receptor humano, capaz de prever os eventos arquitetados pelo PADRÃO. Dae o cara vidente desenhava o que via ou construia uma maquete do que estava pra acontecer. E o Walter fez uns furos na cabeça dele e mudou a estação . Da visão para a audição. E assim eles souberam o que os caras do esquema diziam e cehgaram até eles antes da troca.

Essa bendita troca era um pedaço de qualquer coisa, um chip disfarçado que estava dentro da mão de uma das vítimas do ônibus. A moça era agente federal. E a agente Olívia Dunham evita a tal troca e tal, mas aí vem aquele negão que era do Lost e leva o pedaço de qualquer coisa pra mulherzinha estranha da Massive Dynamics. Aí tem.

quarta-feira, 24 de setembro de 2008

House 5x02: Not Cancer

O que é, o que é?
Age como câncer, parece câncer, responde ao tratamento de câncer, mas..adivinhem...Não é Câncer!!

O Segundo episódio da quinta temporada de HOuse começa matando meia dúzia de pessoas.

Cada um morreu de causa diferentes, com órgão diferentes falhando. Mas, como sempre, havia aquele algo em comum.

Todos eles tinham recebido transplantes de órgãos de um mesmo doador. Mas qual era a ligação entre eles, se os órgãos prejudicados não eram os transplantados?

Mistério médico muito bom esse. Apesar de eu achar que não entendi muito bem a explicação, vou tentar descrever. O problema eram células malignas do doador que foram transplantadas para os receptores, ficaram escondidas no organismo e então começaram a agir, através do cérebro, matando todos eles exceto a professora de matemática que via o mundo feio.

E House, sempre insano contratou um detetive particular para investigar Wilson, que mais uma vez, expulsou o ex-amigo de sua nova vida. Conseguirá House viver sem Wilson?

One Tree Hill 6x04: Bridge Over Troubled Water

Continuando o luto por Quentin, assassinado no posto de gasolina, é a vez dos Ravens, o time de basquete de Tree Hill High, mostrar suas homenagens. Teve direito a camisa na parede e brasão na camisa, costurado próximo ao coração. Além disso, o time promete jogar com apenas 4 jogadores até o fim da temporada.
Fora das quadras, Deb sofre as consequências de ter revelado a Nathan seu caso com Skills. Ela é expulsa da casa e seus serviços de babá são dispensados. Mas, isso não dura muito, já que, no final Nathan aceita o relacionamento da mãe e do amigo.

Haley acaba percebendo o desaparecimento de Dan Scott e começa a se relacionar com sua nova aluna problema. E ela pode esperar que vem coisa por aí. A louca babá Carrie inavde a residência dos Scott para pegar roupas e objetos de Jamie. Lá vem mais um sequestro.

Brooke começa suas sessões com a terapeuta e vai tirar satisfação com aquela mãe megera. Ela descobre que Victória não queria filhos, mas sim, ser uma empresária do ramo da moda. Frustrada por ter tido uma filha que não queria ela descontou tudo em Brooke, que decide que basta. Ela vai passar todos os direitos da Clothes Over Bros para Victória, se livrando de ter de conviver com ela.

E Peyton então...recebe um músico famoso em seu estúdio. Ela é super fã do cara e faz mil perguntas. Acaba sabendo que ele conhecia Elle, sua mãe. Agora ela pensa da possibilidade de que ele seja seu verdadeiro pai.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Californication - 2x02 - The Great Ashby



Sim, eu esqueci de dizer que Californication tinha voltado e eu sequer sabia que já tinham 2 episódios disponíveis.

E esse nem foi tão bom.

Hank foi preso, após a briga com o policial. E quem apareceu na cadeia foi o dono da festa do episódio passado. Pelo jeito ele era músico e quer escrever uma biografia e chamou o Hank para escrevê-la.

A Karen tem uma proposta para decorar uma casa lá, ao estilo sei-lá-o-quê. E pelo jeito, eles vao acabar ficando em LA mesmo. Adios NY.

O agente do Hank, aquele careca, o mesmo de Sex and the City. Tem um piti, porque pediu demissão e o escambau. Odeio esse atorzinho.

E a Becca, sempre a melhor personagem da série. Pena que ela aparece tão pouco. Mas com certeza ela é a melhor.

PS: fui no site ver fotos da série, e acredita que a série nem estreou a segnda temporada lá ainda. É só dia 28 de setembro. Como eu tenho os episódios? Nem eu sei!!!

Californication - 2x01 - Slip of the Tongue

Opa!!
Californication voltou bem boa.

E eu que poderia ter apostado que a ultima cena da temporada passada era um sonho, acabei me ferrando.

A Karen realmente deixou o Bill no dia do casamento e voltou com o Hank. E agora estão morando juntos, como uma bela família.

E o Hank está tentando ser gente: parando de fumar, de beber, de transar...
Inclusive fez uma vasectomia para poder transar sem camisinha e é em torno disso que o episódio gira. Hank quase castrado com suas bolas doendo.

A Becca não quer voltar a morar em NY, como é o objetivo dos pais, e vira mais emo ainda. Falando em emo, aparece um carinha que eu julgo ser de uma banda emo, que agora me fugiu o nome.

A outra aquela, que eu também esqueci o nome, lançou o livro roubado do Hank e está lá curtindo a vida adoidada.

Para terminar o episódio, Hank, após fazer o trabalho oral na mulher errada em uma festa, acaba discutindo com um guarda, e o guarda dá uma paulada no Hank. Adivinha onde????

Lá mesmo!!!

Cheguei a sentir a dor do coitado do Hank...

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Emmy 2008

E o Emmy 2008 passa em branco pelo Blog.

Quer saber quem ganhou o que?
Vai em outro Blog.
Porque nós: NÃO ACOMPANHAMOS O EMMY.

domingo, 21 de setembro de 2008

Reunion



Resolvi rever Reunion.
Como faz parte do pacote da Camila, gentilmente cedido, resolvi começar a usufruir.

A primeira vez tinha sido pelo SBT, que já não é grandes coisas, mas eu adorei, pena que não temos um final.

Ja foi comentado aqui nesse blog sobre a série inacabada.
Mas o que não sabemos e nunca saberemos foi quem matou a Samantha.

Pelo SBT, com sua enorme capacidade de estragar qualquer coisa decente que apareça, eles botaram uma vozinha em off, que dizia um texto como sendo o fim da série, num estilo meio Brida da Manchete, que era mais ou menos assim:
" Após várias investigações o verdadeiro assassino era Russel Bruster (o pai do Craig)" O motivo alegado, era que ela sabia segredos demais. E ainda contou que ele foi condenado e preso.

But... Eu, como não sossego facilmente, fui atrás de mais informações. E eis que um dia, sai uma noticia de que a verdadeira assassina da série, era a filha Amy, da Samantha e do Will. O motivo já nem lembro, e também nunca veremos o desenrolar da história. Porque os americanos conseguem ser piores que o SBT, eles nem ao menos colocam um fim nos fracassos, apenas param se exibir e foda-se os telespectadores.

E Reunion é isso, uma ótima série, um grande mistério, que nunca ninguem saberá como acaba.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Fringe 1x02: The Same Old Story

Finalmente saiu o segundo episódio de Fringe. Foi a legenda mais demorada ever!
E apesar do que já estão dizendo, o episódio foi muitíssimo bom, se continuar assim, quem está urubuzando o cancelamento vai moder a língua. Pelo menos, assim espero.

A coisa começa num quarto de motel e a gente logo percebe que a moça que está lá vai morrer. O acompanhante é estranho e abre uma maletinha cheia de instrumentos cirúrgicos e substâncias injetáveis.

Mas, não é bem de assassinato que ela morre. Do nada abarriga dela começa a mexer, e cresce, cresce, cresce. Pensei que fosse o Alien. Não era. Era um bebê mesmo. A surpresa é que em coisa de minutos a criança, nasce e morre, com uns 80 anos de idade.

Como não poderia deixar de ser Olívia Dunham é chamada, assim como Peter e Walter. Para variar o Dr. Parafuso a menos tem alguma coisa a ver com aquilo, já que todas as experiências que ele fez no passado têm alguma ligação com os misteriosos casos do chamado 'Padrão'.

Ele relembra uma de suas teorias, desenvolvida em conjunto com um colega, em que por meio da glândula pituitária eles criariam soldados para a guerra. Quer dizer, em 3 dias a pessoa teria nascido e chegado aos 21 anos. O envelhecimento precisaria ser controlado, mas a coisa não chegou a sair do papel. Pelo menos era isso que Walter pensava.

No meio da história, Olívia relembra de um caso não resolvido. Um psicopata que matava mulheres e retirava parte de seus cérebros como troféu. Coincidentemente descobre-se que era justamente a pituitária que ele retirava.

Logo as peças se juntam e fica claro que o assassino é um exemplar dos experimentos de Walter, que retira as glândulas para controlar seu envelhecimento.

Quando uma nova vítima aparece, Walter sugere que eles poderiam ver o rosto do assassino através da ultima visão do cadáver. Olívia então precisa pedir emprestado um aparelho capaz de transmitir os impulsos elétricos do nervo ótivo para uma tela. E quem detém a patente? Massive Dynamics. Aí tem. Lógico.

O assassino mesmo, ninguém vê, mas o local do crime eles descobrem rapidinho. Olívia e Peter correm para lá bem a tempo de salvar a próxima vítima. Mas, óbvio, o mistério continua. Especialmente por que, ao comentar o caso, Walter deixa escapar que talvez seu próprio filho, Peter, também seja fruto de um experimento científico.

House 5x01:Dying Changes Everything


Ele voltou. Sim!

House está de volta a partir de hoje e com aquele bom humor e amabilidade que lhe são tão peculiares e naturais.

Depois da morte de Amber, para quem não lembra, a namorada do Wilson, a coisa está preta.



O relacionamento de House e Wilson não poderia estar mais estremecido. E como os dois insistem em não se falar direito, Cuddy apela até a terapia de casais.



Eu sempre imaginei essa cena. Já que o House e o Wilson são almas gêmeas. Se um deles fosse mulher era casamento na certa.



Mas enquanto eles não se acertam, Wilson resolve recolher seus pertences e ir embora de mala e cuia, deixando House num mato sem cachorro e sem o único amigo que ele respeita e realmente gosta.



Já o caso médico da vez tratava de uma feminista workaholic que começou alucinando ao ver formigas por todo seu corpo. Depois descobriu-se falta de vitamina B12 e uma gravidez na trompa.



A número 13, toda abalada por ter confirmado seu diagnóstico de doença de Huntington, faz de tudo para descobrir o que a mulher tem afinal e aposta suas fichas em 300 coisas erradas para no final House chegar lá, com aquela delicadeza habitual e lançar, sem mais, nem menos: É Lepra.

One Tree Hill 6x03:Get Cape. Wear Cape. Fly.

Pois é gente. Mataram mesmo o Quentin. O coitado foi baleado e babau.
E todo mundo ficou abalado. A começar por Lucas que achava não ter feito o suficiente para motivar Q na quadra de basquete. Igualmente, Skills sentia não ter dito a ele sobre seus progressos.

Nathan perdeu um parceiro de treino que o levava a se esforçar sempre mais. Haley perdeu um dos alunos que ela mais conseguira cativar e o pequeno Jamie perdeu o amigo.

O clima de tristeza foi geral. Episódio para fazer chorar e quase que conseguiu mesmo. Se tivesse um pouco mais de drama tinha me pegado.

Enquanto alguns lidavam com a morte de Quentin, outros, como Brooke, gritam por ajuda. Depois de ser assaltada e espancada ela está depressiva, perdida e sem motivação. E finalmente os amigos começam a perceber e estender a mão, mesmo que ela não admita querer.

E Dan Scott contunua nas mãos de Carrie, a babá louca. Mas, aos poucos, ele que é o rei da artimanha, vai ganhando terreno e descobrindo pontos fracos. Dan finalmente descobre o porquê da fixação de Carrie em Jamie. A moça perdeu um filho e quer compensar essa morte, sequestrando o garoto.

The Sopranos: 1ª Temporada

Fazia tanto tempo que eu ensaiava de assistir The Sopranos e nunca dava certo. Primeiro nunca conseguia achar as temporadas completas, depois que consegui, enrolei uns dois meses até começar a ver.
Pois bem. Meus problemas acabaram e lá fui eu, detonar a primeira temporada.

No começo eu juro que não estava entendendo por que é que The Sopranos é considerada a melhor série dos últimos 25 anos.

Isso quer dizer que, desde que eu estou nesse mundo cruel, nunca fizeram outra série que prestasse. Na verdade não concordo muito com isso ainda, mas também, só vi os 13 primeiros episódios da saga de Tony Soprano e sua família. Aliás, famílias. A Soprano mesmo, com toda aquela parentada italiana se metendo em tudo (e disso eu entendo) - e tem a família da máfia, com aqueles tantos de tios que não são tios, mas que é bom ter por perto no caso de precisar de um revólver extra.

Tony Soprano não é exatamente o Chefão, mas manda na parada como ninguém. Na prática ele comanda, mas na teoria é o tio dele, Júnior Soprano quem dá as cartas. E isso é exatamente o que Tony quer que o velho pense.

Tony é uma figura humana. Pai, marido, amigo. Até certo ponto tem uma vida comum, exceto pela parte do crime organizado. E ele também tem problemas. E por isso começa ver uma psiquiatra, sempre em segredo, porque mafioso que se preza não tem depressão e não toma prozac.

Aos poucos, vamos descobrindo quem é quem. A esposa, Carmela, que aguenta um monte de porcaria, traições e tudo o mais, mas não sai do lado do marido. Os filhos, Meadow e Anthony que até certo ponto, não sabem muito bem o que papai faz para viver.

Tem o afilhado Christoffer, que ser mafioso quando crescer e vai seguindo os passos de Tony, apesar de hora e outra aparecer com uma cagada monstro pra consertar.

E tem, é claro, a matriarca. Livia Soprano. Que figura. Que velha mais chata e mais louca. Eu passei os 13 episódios querendo que ela morresse, por que ela só faz ferrar a vida do Tony sem ele perceber. E isso desde que ele era um pirralho. Ela manipula como ninguém, e naquele drama da mama italiana vai conseguindo o que quer. Verdadeira mafiosa, capaz de tudo, até de , com jeitinho, pedir ao cunhado que desse cabo do próprio filho.

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Pride and Prejudice: o clássico dos clássicos

Não sei bem o motivo, mas ontem me deu vontade de rever Pride and Prejudice. Infelizmente já era madrugada e acabei optando pelo filme mesmo, que também é bom, mas nada nesse mundo supera a primazia da série da BBC, um verdadeiro clássico do clássico de Jane Austen.
São 6 episódios excelentes, que eu já vi umas 200 vezes cada um. Em média. Ou por baixo. Não sei ao certo, mas vi muitassssss vezes mesmo. Ok, deixando isso de lado...
Surpreendentemente, me dei conta de que nunca tinha feito um comentário aqui sobre essa série, que retrata o livro homônimo com impressionante fidelidade.
O texto é absolutamente idêntico ao do livro e a atuação é bárbara. Especialmente de Colin Firth ( que eu amo!!) no papel de Mr Darcy. Ele fez tão bem que não existe no mundo quem consiga superá-lo.
Para quem não conhece, Pride and Prejudice ou Orgulho e Preconceito conta a história das irmãs Bennett, moças inglesas, nascidas no interior e que não herdariam grande fortuna, dependendo de um bom casamento para garantir o futuro.
Quando a família Bennet, encabeçada pela matriarca, descobre que dois ricos e saudáveis rapazes (Mr. Bingley e Mr. Darcy) aparecem na região de Longburn, onde a família Bennet reside, começam as confusões.
Uma recepção logo é preparada e todas as irmãs, ávidas por um casamento (algumas mais do que outras, é verdade), comparecem. A intriga acontece justamente porque Mr.Darcy, se mostra por demais orgulhoso para o gosto da família Bennet, especialmente para Elizabeth. Já Mr. Bingley cai nas graças dos Bennet, e eles vêem crescer o seu interesse na bela Jane Bennet.


Apesar de não aparentar, darcy está apaixonado por Elizabeth e por uma questão de problemas sociais ele luta contra isso, mas não consegue.
Enquanto isso, Elizabeth nutre por ele uma certa raiva, talvez um interesse escondido até.
Eles passam por muito encontros e desencontros e quase se perdem, mas graças a Deus, Jane Austen prima pelo final feliz.
Quem gosta dos clássicos ingleses não pode perder. A BBC entende muito bem de como fazer essas minisséries, a exemplo do que acontece também em Jane Eyre.
O filme, mais recente, também é bom, mas peca pelas adaptações e perde o texto essencial. Odeio o fato de terem apressado fatos, cortado personagens e deixado meio que sem final.
Para conhecer de verdade, mesmo sem ler o livro, só a série de 1996 é a solução.









sábado, 13 de setembro de 2008

Surface: faltou a continuação

Pra quem gosta de ficção científica, ação e boa dose de terror, Surface é uma série na medida.
Imagine estar belo e tranquilo no meio do oceano, num barco, pescando ou dando aquele mergulho para, em questão de segundos, ser devorado por um monstro aquático nunca antes visto.
Surface é cheia de surpresas, mistérios e histórias que parecem não ter absolutamente nada a ver, mas que, no fundo, estão interligadas.
Temos três personagens principais.
O primeiro deles é Miles, um garoto de 14 anos, naquele estilinho meio nerd e exilado da galera popular. Mas é ele quem encontra o ovo de uma criatura msiteriosa, leva para casa, cuida, vê nascer o bicho, cria, alimenta e aprende a se comunicar com ele como ninguém. Os laços de Miles com Nimrod são profundos. E ficam ainda mais quando o garoto é atacado por um bando de monstrinhos e quase morre. É Nimrod que salva Miles através de uma substância que tem em seu corpo. E depois disso, Miles não será mais um simples adolescente. Ele ganha as características de Nimrod, sendo uma espécie de mutação.
Temos também a Drª Laura Daughtry, especialista em oceanografia e biologia marinha. Em uma expedição ao fundo do oceano ele ve e documenta o surgimento de uma nova espécie de vertebrados. E essa descoberta vai mudar toda sua vida. Ela perde o título acadêmico e transforma essa descoberta em obsessão. E ela encontra em Rich Conelly, um corretor de seguros que viu o irmão ser levado para o fundo do oceano por uma das criaturas, um parceiro. Eles se encontram durante uma evacuação e começam a procurar provas de que aquilo realmente existe, apesar do que o governo americano e outra organização misteriosa pretendem esconder.
Eles fazem de tudo, até se jogar no mar dentro de um submergível caseiro. E o que eles descobrem, vai além dessa nova espécie. Tudo aquilo foi planejado pelo homem geneticamente.
E as consequências dessa brincadeira de Deus logo vem a tona, quando, numa verdadeira explosão populacional, os animais acabam causando um Tsunami, que devasta a costa oeste americana, Porto Rico, Caribe e sabe-se lá mais quantos lugares. Agora eles sabem que terão de enfrentar o mundo sob uma nova perspectiva. E os seres humanos não estão mais no topo da cadeia alimentar.
Infelizmente - para variar - a série foi encerrada com apenas 15 episódios. Teria rendido mais uns 15, pelo menos. Mas o que teve, foi bom e vale a pena conferir.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Fringe 1x01:Pilot


Como era de se esperar o piloto de Fringe é muito bom. Naquele mesmo estilo JJ. Abrams de ser. com mistério, horror, drama, ficção científica.



Algo que, sim, nos lembra a Dharma Iniciative, com todas aquelas experiências estranhas e coisas inexplicáveis.



O episódio, coincidentemente (ou não) começa dentro de avião. Mas dessa vez ele não cai e os passageiros não vão parar em nenhuma ilha. O que acontec é que todos, inclusive piloto , morrem. Derretam, na verdade. Sobram apenas ossos e massa corporal melecada e nojenta.



É nesse momento que entram em cena eles: os agentes do FBI. Em especial Olivia Dunham, que não manda nada, mas é aquela que vai se empenhar para descobrir o que é que está acontecendo.



E o motivo dela é bastante especial. Durante a investigação o namorado dela e também agente John Scott acaba ferido e intoxicado pela mesma substância que derreteu a galera do avião.



Com o retardo no processo de, digamos assim, putrefação, Olivia ganha algum tempo para achar ajuda. E é aí que ela descobre o cientista Walter Bishop, uma dessas mentes brilhantes que fazem experiências bizarras como derreter carne humana. Porém - e sempre tem um porém - ele está numa clínica psiquiatrica e apenas familiares próximos podem ter acesso.



Olivia pede então a seu chefe - que também é aquele negão de dar medo que aparece pro Hurley em Lost - Philip Broyles que lhe dê acesso ao Dr. Bishop. Como bom chefão malvado do FBI que é, Broyle manda ela se virar e conseguir isso sozinha.

E lá vai ela, salvar o namorado correndo atrás do Pacey, digo, do filho do cientista louco, Peter Bishop. Esse também é todo QI, mas está metido numas encrencas com grana. E a agente Olivia usa isso pra fazer o rapaz cooperar e levá-la até seu pai.


E nesse ponto é que a coisa começa a ficar interessante, tamanhas são as loucuras que acontecem dentro do laboratório. Numa delas, Olivia se enfia num tanque chapada de LSD para entrar na mente de John Scott e descobrir o rosto do principal suspeito.
Depois de conseguir isso e de salvar John do derretimento iminente, ela vai além, e descobre que o namorado não era examente quem ela pensava. Ele trabalhava para algum tipo de organização, sabe-se lá fazendo o quê, mas é algo muito estilo escotilha e monstro da fumaça.


No fim das contas o John morre num acidente de carro, perseguido pela próproa Olivia e manda ela ficar ligada nas paradas que vão acontecer, por que vem muito perigo por aí. Especialmente com a empresa Massive Dinamics e seu misterioso dono, William Bell.

E assim os Bishop, pai e filho, vão trabalhar com Olivia e o FBI.

E John - o defunto - será interrogado, mesmo morto, pela Massive Dinamics.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

One Tree Hill 6x02: One Million Billionth of a Millisecond on a Sunday Morning

Como eu já disse antes, tenho medo de ir a Tree Hill. Lá tem o Dan Scott, tem a babá louca Carrie, já teve psicopata na escola, já teve o psicopata da Peyton...


Enfim, é um lugar cheio de gente doida e assassina que aparece do nada.


E como não seria inicio de temporada sem pelo menos algumas desgraças acontecerem, lá vamos nós.


Primeiro Carrie sequestra Dan Scott, tortura e faz, sem saber, ele perder o transplante de coração. Não que ele não mereça. Por que esse aí é implacável.


Depois Brooke foi assaltada e surrada dentro da própria loja e agora está com aquelas frescuras de "não chamem a polícia". A única para quem ela falou a verdade foi Deb, sabe-se lá por que.


Agora Nathan também não sabe se vai poder jogar basquete de novo. Tudo por conta de dores nas costas que podem até deixá-lo paralítico.


Para finalizar o segundo capítulo de OTH, a nova desgraça vem com cheiro de pólvora. E a vítima do tiro é Quentin, ou Q. O pupilo de Nathan no basquete e de Haley, na escola, além de super amigo de Jamie.


Quando o personagem do rapaz começa a engrenar, bam! Eles vão e dão um tiro nele. Matam.


Desdobramentos, só na semana que vem.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Dexter 3x01: Our Father

A internet é mesmo uma maravilha, não é mesmo minha gente?
A temporada de Dexter nem começou nos Estados Unidos ainda e já temos o piloto da terceira temporada disponível.

Para os fãs, como eu, a espera acabou em mais um excelente episódio, como já é tradição.

Como sempre a coisa começa devagar. Por enquanto, Dexter não tem nenhum novo inimigo evidente. A não ser por ele mesmo.

Depois de se libertar de Harry, Dexter sente que é o dono da situação. Até que, numa de suas caçadas a psicopatas, ele precisa matar alguém que não estava na lista.

Em vez de empacotar o assassino Freedo, quem acaba na faca é Oscar Prado, irmão de um famoso advogado cubano que fará de tudo por justiça.

Eis então que começa a crise de consciência de Dexter. Oscar não se encaixa no código de Harry. E agora?

Ele procura incessantemente por um motivo, uma razão para não se sentir mal por ter matado Oscar. Apesar de ter sido uma situação inesperada e em que a vida do próprio Dexter estava em risco, ele, ainda assim, está perdido com o que teve de fazer.

Enquanto isso, Angel é promovido ao cargo de sargento, que antes pertencia ao finado Doakes.

Debra continua tentando se firmar e afirma na polícia e luta para obter seu primeiro distintivo, apesar de, como sempre, Laguerta estar no caminho.

E Rita e as crianças são o porto seguro de Dexter. E a coisa entre o casal está bem intensa e movimentada. Tanto que agora a suspeita é de que Dexter, em breve, pode ser papai.

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Jack & Jill: 2ª Temporada

Dor de cabeça foi pouco. Quase morri tentando ver os episódios de Jack & Jill. A imagem era tão ruim que precisei de remédios mesmo..meus olhos doeram. Além disso, a segunda temporada não é lá essas coisas e até entendo o motivo do cancelamento.
No inicio era tudo muito engraçadinho. Tinha piadinhas pertinentes, provocações, expectativas e indefinições. Mas na segunda temporada tudo isso entrou pelo cano...ou por algum outro lugar.
Não teve grandes novidades em nada.
Jack e Jill resolvem se casar. Maravilha. E dae começa aquela coisa de preparar casamento e deu. Não acontece nadica de nada com eles. Estão confortáveis juntos, tem pequenos problemas domésticos e a emoção...puff..sumiu. Caso encerrado. Quer dizer, isso até tudo dar errado. Perdem a igreja. Planejam o casamento num veleiro nas Bahamas e então dias antes acontece um furacão por lá e acabou-se o casamento de novo. No desespero vão até a prefeitura, mas já não tem clima de casamento nenhum. Não casam ali e nunca mais, porque a série acaba sem a gente saber do futuro deles. Só que ambos concordam que a situação não está bacana. E que Jack está grávida. Nada mais.
Audrey, depois de tudo resolve que ainda gosta do Bartho, mas esse arrumou uma japonesa e fica lá, naquelas.
E como eu previa, Elisa e Mikey ficam juntos. Mas...como já disse, tudo isso, no último episódio.
Mais uma vez, o destino dos personagens vai ficar por conta da imaginação.
Infelizmente, tenho que dizer, foi melhor assim. Não a falta de final. Isso eu continuo achando a coisa mais absurda desse mundo. Um desrespeito gigante com o público. Mas, por outro lado, continuar com uma história enfraquecida era insustentável.
O roteiro, que antes instigava, se perdeu. Os personagens se descaracterizaram. Perderam suas melhores características.
Outra série jogada no lixo.

Sex and the City - 6ª Temporada plus Sex and the City: The Movie

Terminada a maratona SatC.

Não sei contar os fatos diretos sobre a temporada. Mas muita coisa aconteceu.

A Samantha se envolveu com um garçom/ator que acabou virando um grande amor e também um astro de Hollywood. E ela teve câncer de mama, e imitou a Camila e raspou o cabelo.

A Samantha evoluiu ao longo da série. De uma devoradora de homens, ela passou por um pseudo-romance com o Richard e depois engatou um amorzinho com o Smith.


A Charlotte com seu casamento perfeito. Não sem antes virar judia em nome do amor pelo Harry. Engravidou, mas logo teve um aborto. No fim, são aceitos para adoção de uma criança chinesa.

A Charlotte conseguiu tudo o que queria: casamento perfeito, um marido que amasse ela, e filhos, não biológicos, mas filhos. E no plural, porque ela conseguiu uma cadela que deu crias também.


A Miranda se viu apaixonada pelo Steve, mas o Steve já tinha uma nova namorada. Daí ela conheceu o médico e namorou o medico e eis que no aniversario de 1 ano do Brady: bammm!!! Miranda declarou-se pro Steve e eles voltaram a namorar. E casaram. E foram morar no Brooklin.

A Miranda conseguiu um filho com o namoradinho galã de filmes dos anos 80 da Sessão da Tarde. Deu voltas e mais voltas, com nenhum outro namorado que realmente interessasse pra ela. E acabou com o velho Steve cansado de guerra. Que historinha sem propósito.


E a nossa amada e odiada Carrie...

No estilo Carrie de ser, eu pergunto: Poderia a Carrie ser mais irritante? (close na tela do PC).

Começou a temporada com o tal de Berger, que ao meu ver era o namorado ideal pra ela. Não era tão velho como Big, não era tão alto como o Aidan, enfim, combinava com ela. Era escritor também (apesar de que escrever uma coluna para jornal não seja considerado escritor, mas sim jornalista – no caso da Carrie), era engraçado. Mas a coisa não deu certo. Eu nem entendi direito, mas eu sei que não deu, e ele ainda acabou o namoro por um Post it. Fodeu né?! Nesse meio tempo ressurgiu o Aidan que agora tem um filho, mas foi só para ter um desfecho.

Daí reapareceu o ex-namoradinho do High Scool (mas não o Musical), o Mulder ou Hank Mood (aka David Duchovnny). Mas ele estava se internando numa clinica psiquiátrica e tchau e bênção.

Eis então que ela conhece o Aleksandr, o Micail Barichinicóve. E ele é romântico pacas, e ele lê poesias. E a Carrie é tão abostada que cai no conto do vigário. E acha tudo tão lindo e vai morar em Paris com o Micail.
Mas a coisa não dá certo. E ela acaba voltando pra NY e com o Big, após anos e anos de penúria.



E vivem felizes para sempre...



Até que lançam: SEX AND THE CITY: THE MOVIE

Ai a coisa muda de figura.

Após 3 anos, tudo parece estar praticamente igual. Exceto que Samantha está morando em Los Angeles. Charlotte tem uma filha, Lilly, chinesa e com 3 anos. Miranda na mesma. E a Carrie namorando o Big ainda, cujo nome é John, e estão procurando um novo apê para morarem junto.

Mas a coisa muda de figura.

Miranda não anda transando com o Steve, que está cada vez mais velho e mais pavoroso. Daí o Steve não agüenta a pressão e acaba transando com outra pessoa. Separação. Miranda volta pra Manhattan. Reserve...


Samantha ainda continua com o Smith que agora é um astro de róliude. Mas eventualmente esta sempre em NY. Dando um bizu nas fofocas das amigas. Reserve...


E a Charlotte com sua vida perfeita de dona de casa, mãe, esposa, etc. Reserve...


Daí o Big e a Carrie decidem casar. Mas na hora do ‘vamo vê’, o Big amarela e não acontece o casório.


Muita historia acontece e um bom tempo se passa. E nisso, a Carrie arranja uma assistente, ela pinta o cabelo de castanho e fica a cara da Madonna...

Pra finalizar: Charlotte fica grávida e nasce uma menina. Miranda perdoa o Steve e eles voltam. E Samantha resolve largar o Smith e volta pra NY. E a Carrie e o Big se acertam de vez e se casam. E a Samantha faz 50 anos.


Fim... Ou até o próximo filme que eu espero sinceramente que não aconteça.



(minhas postagens são sem foto, porque dá muito trabalho catar fotos).

sábado, 6 de setembro de 2008

Jack & Jill: 1ª Temporada


Pois bem. Depois de muito tempo esperando que alguma boa alma disponibilizasse os episódios de Jack & Jill, finalmente eu consegui baixar e assistir a série. Bom, pelo menos a primeira temporada eu já vi, mesmo tendo de superar obstáculos mil.

A começar pela qualidade do vídeo, depois a dublagem, depois as legendas quase ilegíveis por conta da qualidade péssima. A questão é que a série , de 1999, não existe em DVD e não existe em torrent e nem em lugar nenhum. Então, graças a algum brasileiro que gravou tudo da TV, metade do SBT e metade da Warner, podemos ver, mesmo que precariamente essa série que eu particularmente acho bem bacana, mas que, para variar, não durou quase nada e acaba sem final.


Jack & Jill, como não poderia deixar ser é a história de Jack e Jill, ninguém mais, ninguém menos.


Ela, no melhor estilo noiva em fuga, descobre no altar a traição do noivo e se manda para NY. Lá ela conta com a amiga Audrey, dançarina e atriz, com quem vai dividir apartamento.


Já em sua chegada ela encontra com Jill e a química é imediata. Amor a primeira vista mesmo.
Mas tudo é muito complicado, até por que, se não fosse, não precisaria fazer a série mesmo. Jill está de mudança para o apartamento de sua namorada, Elisa. Mas, o encontro com Jack o faz repensar tudo isso.

Como ironia do destino pouca é bobagem, Jack, que é jornalista, vai trabalhar na mesma emissora em que Elisa trabalha. E elas ficam amigas sem saber do rola entre o triângulo amoroso.


Claro, isso dura pouco. Jill e Elisa terminam e ninguém fica com ninguém, pois Jack não quer estragar a amizade com Elisa.


E então surge Matt, outro jornalista com quem Jack começa a namorar, apesar do que sente por Jill.


No meio do rolo estão Barto, apaixonado por Audrey, e Mikey , um cara que tem fobia de relacionamentos e pega todas que passam pela frente.


No desenrolar, Jack fica com Jill, Audrey fica com Barto e Elisa vai dividir apartamento com Mikey.


E então Audrey e Barto se separam, Jack e Jill ficam naquela dúvida entre ir ou não morar juntos e Elisa e Mikey podem vir a ter um rolo por aí.


Vou conferir os desfechos, ou pelo menos aquilo que filmaram deles, na próxima temporada.

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Sex and the City - 5º Temporada

Rapidinho, como a temporada:

- Miranda não fez nada, só reclamou de ter o filho, transou com o Steve e parece que vai ficar com ele no final.

- Charlotte também não fez nada, tava meio safadinha, mas eu não lembro se foi na temporada passada ou nessa. Divorciou-se oficialmente do Trey e se apaixonou pelo advogado baixinho, careca e peludo. Parece que vai ficar com ele no final.

- Samantha voltou com o Richard, mas não deu certo.

- Carrie ficou sozinha a temporada toda. Lançou um livro com suas crônicas. Deu um pega no Big. E conheceu um cara novo, um escritor também. Será que vai ficar com ele no final? (Obvio que não né). Veremos...

terça-feira, 2 de setembro de 2008

Sex and the City - 4ª Temporada

Demorou mas saiu.
Para os fãs de SatC, ou a fã (a única que gostava), estão de volta os comentérios sobre a série. Praticamente uma segunda parte, já que metade foi comentada e a outra metade vem logo logo.

Foram quase (ou mais) 3 meses de intervalo. E nesse meio tempo eu já esqueci tudo o que aconteceu previously. Mas vamos lá...

Começando pela Samantha.
Primeiro ela tentou ser lésbica e namorou a Sonia Braga. Sonia Braga aliás, que é uma atrizinha de quinta categoria. Só ficou famosa mesmo por ficar tanto tempo pelada. O ingles dela é ruim, a interpretação dela é ruim. Tudo ruim. Mas até que foi engraçado a presença dela. Não sei se a historia foi contade de forma engraçada, ou eu ria da tosquisse da presença dela com aquele ingles PBF dela.
Depois, ela engatou um quase romance com um cara la que era chefe dela. Cara esse, que se eu não me engano, fez Austin Power. Como era fim de temporada, e o ator provavelmente não teria o contrato renovado, o romance acabou, pq ele queria era mesmo transar, mas amava a Samantha. E ela, pela primeira vez, também amava ele.

A Charlotte reatou o casamento com o Trey, e ele conseguiu ficar duro, e eles queriam um filho, e tentaram, mas nao deu certo, pq ela tinha anticorpos contra o esperma dele. E o Trey não queria mais ter filho, e não deu certo. Se separaram. No mais a Charlotte foi levando ne. Ficou sem muita função.

A Miranda engravidou do Steve e teve o filho no último episódio. O Steve teve câncer no testiculo e tem uma bola só. Mas mesmo assim fez o filho na Miranda.

E a Carrie. Começou sendo amiguinha do Big. Depois reapareceu o Aidan. Namoraram. Moraram juntos. Iam casar. A mala da Carrie não se sentia pronta pra casar. Acabaramn. O Big vai embora pra California. E termina com ela dizendo que vai mudar. Só quero ver.

Todos sabemos que SatC é sobre a Carrie. Mas é tão pedante ver todos os episódios e todas as conversas serem sobre os problemas idiotas da Carrie. O problema das outras é 3 segundos e os dela é o capitulo todo. Ela cansa. Ela é chata. Ela merece estar sozinha. Ela não sabe fazer nada sem pedir a ajuda de ninguem. Mas mesmo assim ela acaba sempre fazendo as cagada da forma dela. Morra Carrie.

Acho morbida essa minha mania, mas como a temporada foi em 2001, estava so esperando pra ver se falariam alguma coisa sobre o 11 de setembro. E no final do episódio final, tem uma homenagem, bem singela. Mas mesmo assim eu estava curioso pra saber se iriam falar alguma coisa hehehe.

One Tree Hill 6x01: Touch me. I'm going to scream.

Pois então. Começou novamente a rotina de séries. E a estréia dessa temporada aqui no blog é com One Tree Hill.
Eu não lembrava nada praticamente da última temporada, a não ser a parte da babá louca, então o previously me caiu muito bem.

O Lucas finalmente decidiu que a mulher que ele ama é a Peyton. Como se a gente já não soubesse. E daí ele telefona e diz: Tenho 2 passagens pra Vegas. Bora casar por lá?

E ela vai, claro. Mas não casam mesmo. Ficam se pedindo em casamento o episódio todo.

O Mouth vai de mudança para Idaha..creio eu que é isso..,para trabalhar.Millicent se manda com ele, embora tenha ficado meio balançada entre permanecer em Tree Hill e ajudar Brooke na luta contra aquela mãe megera. E a coitada da Brooke, acaba o episódio sendo socada por um mascarado.

Nathan está quase bom pro basquete, tirando a dor nas costas. Nada aconteceu com Haley e Jamie. E a Deb de caso com Skills ainda.

Mas...a grande surpresa foi o destino de Dan Scott. Todo cheio de si depois de eliminar o velho que estava a sua frente na fila de receptores de coração, ele sai do hospital e é atropelado. A surpresinha é que o acidente não foi acidente. A babá Carrie está de volta e na sua pior versão.

Vai torturar Dan e obrigá-lo a sequestrar Jamie.

Mais uma vez, Tree Hill tem um psicopata a solta. Me lembrem de não ir mesmo pra lá.

Grey's Anatomy: Promo da 5ª Temporada

F-O-D-E-U

segunda-feira, 1 de setembro de 2008

Six Feet Under: 5ª temporada

Todo mundo morre um dia. E é essa a verdade inevitável em cada capítulo da excelente Six Feet Under, série que de certa forma também morreu pra mim ontem, quando vi o último episódio.

Entretanto, o essencial é que pela série a gente pode ressucitar. E essa realmente vale a pena, não só pela história intrigante, mas pelo humor negro, os momentos de ternura e pela realidade nua e crua que expõem em cada episódio.

Não existe ninguém bonzinho, nem mauzinho, nem perfeito, nem imperfeito na totalidade. É tudo muito humano, muito verdade. Gente que a gente encontra por aí, com problemas, qualidades, defeitos, manias.
A última temporada de Six Feet Under é intensa. Quero dizer, a série toda é. Se você não tem estômago pra ver corpos mutilados e todos os tipos de mortes a qualquer instante, nem comece. Se você é muito puritano e não sabe apreciar as ironias da vida (e da morte), nem chegue perto de um episódio.

Mas, como eu ia dizendo, os 12 últimos episódios são de matar, se me permitem o trocadilho boçal. Nos 3 últimos eu chorei. E quem me conhece sabe que pouca coisa me leva a isso. Especialmente por que muitas vezes eu gargalhei com com o jeito como as pessoas morriam. E era mesmo engraçado, sem mais nem menos. Tão estúpido e tão provável que eu precisava rir.


Só que no final mesmo eu chorei. Chorei pela morte do Nate, que só fez cagada a série toda. E no fundo eu não queria que ele morresse. E tudo que envolveu essa morte foi tão intenso que não deu para segurar.
Six Feet Under não é série de final feliz. Mas também, infeliz, não foi. Se engana quem pensa que eu estraguei o final contando o que acontece. Por que o que acontece é o óbvio: todo mundo morre.
A primeira é Ruth, que conseguiu se livrar do maluco George e foi viver a vida entre as amigas, fazendo aquilo que bem entendia e livre daqueles homens bizarros que ela arrumava.

Depois é a vez de Keith, que finalmente forma uma família com David, adotando dois garotos, e acaba morto durante o trabalho num carro forte.
Em seguida é a vez de David, que consegue superar seus medos, traumas e leva em frente, sozinho a funerária Fisher.
Vem então a vez de Federico, que depois de muita luta monta sua própria funerária, junto com a mulher, Vanessa.


E assim vem a hora de Brenda, que se tornou terapeuta, casou com Nate, engravidou dele, virou mãe da filha de Lisa, foi traída grávida, abandonada e por fim, descobriu que compartilhava dos desejos incestuosos de Billy, embora nunca fosse concretizar nada do tipo.

E eis que chega vez de Claire, que ficou perdida, em depressão, largou faculdade, o Billy e se encontrou com o advogado Ted, o primeiro homem normal da vida dela, com quem ela só se casa mais de 20 anos depois de ter deixado a casa dos Fisher para ser fotógrafa em NY.
Então, nesse clima de ciclo da vida, deixo a abertura e a sequência final. O nascimento e a morte de Six Feet Under.


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PS**Com tanta coisa acabei esquecendo de comentar que nunca vi tanta gente drogada na vida. Todo mundo fumando maconha, tendo acesso a ecstasy, cocaína e afins....verdadeiro narcóticos anônimos. Ah, e também queria saber por que em todas as festas tocava bossa nova e música brasileira cool, estilo Seu Jorge e Bebel Gilberto. Não sei como todos não morreram muito antes de overdose ou tédio. Exatamente nessa ordem. Perguntas sem respostas.