sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Glee 1x09: Wheels

Três semanas sem Glee resultaram em desespero, ansiedade e expectativa. Pois agora eu digo, com muito orgulho: Valeu a pena esperar! Foi excelente. Músicas, atuações, roteiro e cada detalhe desse episódio, que foi todo voltado para a inclusão social, acessibilidade e nos faz olhar para as minorias. E ai de quem vier me torrar o saco para usar um termo babaca como 'portador de necessidades educacionais especiais'. Isso é um puta papo chato de pedagogo que acha que um cego se ofende ao ser descrito como cego e que um cadeirante se ofende ao ser descrito, igualmente, como tal. Sei que não tem absolutamente nada a ver com o episódio, mas pra mim, preconceito é ficar criando nominhos complicados para descrever coisas simples, quando as pessoas deveriam gastar seu tempo se preocupando com a parte prática da coisa, que é muito mais importante.
Depois do meu MiMiMi Moment, vou dizer que uma das coisas mais positivas foi o destaque para Artie, que já era tão esperado por todos nós. Achei ainda um privilégio ouvir mais de uma frase de Tina e um verso inteiro dela na canção final. Muito progresso para Glee, que só sabe botar a Rachel para gritar nas canções.
Aliás, como sempre, a diva mor do New Directions se sentiu ofendida quando Kurt exige uma chance de competir com ela pelo solo em Defying Gravity. A canção, normalmente cantada por uma mulher, é a escolhida para levar a equipe ao campeonato regional e gera muita confusão entre a equipe. Até mesmo o pai de Kurt se envolve para defender o direito do filho de tentar. Apesar de ter sido emocionante a interpretação, Kurt não levou o posto de New Diva e vai ter que se contentar em saber que se veste melhor do que Rachel. Também tivemos momentos ternurinha entre ele o pai, mostrando que pode (e deve) haver compreensão sobre a escolha sexual de cada um.
Artie, como sabemos, foi o foco de Wheels que mostra as dificuldades de locomoção e aceitação de um cadeirante num mundo feito para quem anda com pernas e não com rodas. Falta de rampas na escola e de um ônibus especial para acomodá-lo na viagem do concurso de corais são o pano de fundo que serve para um venda de bolinhos e incríveis números musicais sobre rodas. Adorei a versão de Artie para Dancing With Myself de Billy Idol. Um clássico da música que caiu perfeitamente para ilustrar a situação. Aliás, tivemos até mesmo um romance para Artie. Como tudo em Glee, veio e se evaporou num minuto e confesso, estou louca para ver mais de Artie e Tina, que estraga tudo contando que não é gaga coisa nenhuma. Inclusive, Artie manda avisar que seu pingolim funciona e está pronto para o ataque.
Tivemos ainda a velha história de Quinn, Finn e Puck e o pai que não é pai e o pai que é pai e agora quer ser pai. Responsabilidade também foi tema e houve uma inovação no famoso clichê do brownie de maconha. Graças a Puck, temos a versão Cupcake da iguaria, que fez o maior sucesso e alavancou as vendas e arrecadações para o ônibus especial.
No entanto, de tudo - de tudo mesmo - o mais bacana e o mais surpreendente foi Sue Sylvester. A Monstra do Shake de Proteína, tão temida que faz suas celulites fugirem de tanto medo, mostrou um outro lado. Na onda da inclusão iniciada por Will, que obrigou os integrantes do Glee a andarem de cadeiras de rodas para sentir na pele as dificuldades do colega, o diretor Figgins faz a treinadora a abrir testes para as Cheerios e, como era de se esperar, aparece de tudo. Até mesmo uma garota com Síndrome de Down, dando seu pulinhos com a corda. Ela é a única a entrar na equipe e Will acredita que Sue tem algum plano maligno a cumprir. O que ele não imaginava era que Sue não incluiu a garota para humilhar e maltratar, mas porque ela própria tem uma irmã portadora da Síndrome. Uma irmã que ela ama, adora, visita constantemente e para quem conta histórias e contos de fada. E não para por aí. Sue doa de seu próprio bolso dinheiro para a construção de rampas na escola. Mas, não se engane com minhas palavras cafonas. O episódio não foi uma bobeira sentimental, como talvez eu faça parecer. Não teve choramingos e nem apelação, só situações simples e surpreendenetes que eu dúvido que não tenham comovido qualquer um a assistí-lo.
Músicas no episódio:
Song Name: Defying Gravity
Original Performer: "Wicked"
Performed on Glee by: Rachel, Kurt

Song Name: Dancing With Myself
Original Performer: Billy Idol
Performed on Glee by: Artie

Song Name: Proud Mary
Original Performer: Ike & Tina Turner
Performed on Glee by: New Directions

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V 1x02: There Is No Normal Anymore

Para alegria geral e compensação de todas as expectativas geradas pelo Piloto, V apresenta um segundo episódio muito bom, coerente e que continua a história sem enrolação. Assim, podemos deixar de lado (será?) o medo de um novo trauma como o desenvolvido pela péssima qualidade de Flash Forward. Depois da promessa do "novo Lost" acabar num completo fiasco de roteiro e interpretação, a maioria das pessoas ainda tinha um pé atrás com o lançamento de V, mesmo depois de um episódio inicial de grande qualidade.
Mas, falemos de There Is No Normal Anymore, que continua exatamente do ponto onde paramos, com Erica e padre Jack tentando entender o que diabos aconteceu e digerindo a ideia e a responsabilidade que tem por serem portadores de tamanha informação sobre os Visitors. Os pacificistas são, na verdade, estrategistas militares de alta qualidade, ficando mais perto do inimigo para derrotá-lo com maior facilidade. Infiltrados em nosso planeta e literalmente vestindo nossa pele, é impossível saber quem é quem nessa guerra.
Erica e Jack descobrem isso logo após tentarem chamar a polícia e terem a ligação interceptada pelos V. Aliás, vale ressaltar a interessante referência à série The 4400, na qual Joel Grestch (Jack) era um dos personagens centrais da trama. Quem já assistiu pegou na hora a citação que apareceu no endereço do armazém: Pier Avenue, 4400, Brooklin.
Perseguidos, interrogados e amedrontados com essa nova situação, cada um tem seu jeito de lidar com o que sabe. Erica, que ainda insiste para que o filho fique longe dos Visitors, mente sobre o parceiro, as investigações e tudo o que pode. Ela também busca pistas e sabe que não pode confiar em ninguém além de Jack. Esse, por sua vez, resolve desistir de qualquer tentativa de criar uma resistência e ficar só na palavra de Deus. Jack, porém, percebe nas palavras de Anna que o perigo é iminente e algo precisa ser feito. Ele procura Erica novamente e agora que ela roubou uma lista completa, com todos os nomes de pessoas que já fizeram denúncias sobre alienígenas e os V em especial, nos últimos tempos, eles pensam em contar o que sabem para mais pessoas.
Tyler, aliás, se saiu um belo encrenqueiro como Embaixador da paz e foi logo banido do programa. Fato é, ele ficou mais triste por se afastar de Liza do que qualquer outra coisa, mas ainda acredito que ele será peça fundamental para que a mãe tenha mais informações sobre os planos do inimigo.
Ryan, o V mais humano de todos os tempos, não quer abrir mão da namorada e desiste de deixá-la. Só que isso não vai durar muito. Ele sabe que a vida dela está em risco e em breve deve se tornar um solitário.
Mas, o que eu gostei mesmo foi da atitude do Chad, que virou o jogo e mostrou para Anna que ele também pode manipular esse jogo. Apesar disso, ele é o grande responsável por uma mudança radical na Opinião Pública e acaba colaborando para que os EUA entrem num acordo diplomático com os visitantes. Depois, par finalizar, Anna dá seu troco e mostra que está com a bola novamente e que Chad está enganado se pensa que vai comandá-la dessa forma.
Para completar, tivemos uma amostra clara de como os V agem para obter informações: tortura imaginária. Eles nem precisam encostar a mão nas pessoas para conseguirem o que querem, basta deitá-las naquela mesa branca e manipular seus piores medos. E se Erica pensa que seu parceiro e mais novo pesadelo se foi, não perde por esperar. Dale está vivo e se recuperando dentro da nave.

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

One Tree Hill 7x09: Now You Lift Your Eyes to the Sun

Dan Scott retorna à Tree Hill em mais um excelente episódio dessa 7ª temporada. Realmente, One Tree Hill é um exemplo de roteiro que a CW deveria tentar usar em suas outras produções. É impressionante como, sete anos depois, ainda existem fôlego e muitas novidades agitando avida dos personagens. Lucas e Peyton são mesmo página virada e é inegável de Haley e Nathan ocupam bem o posto de casal principal da série. Depois do drama com Renée, mais problemas. Dan Scott retorna a sa cidade Natal e a Nathan o recebe de modo absolutamente apropriado: com a porta na cara. Cena linda e memorável. Assim como a fala que segue, que Nathan dispara para a ex-colega de escola, Rachel. Era algo com apresentar os colegas do pré-primário ao pai, assim que Dan cansasse de brincar com as antigas colegas de colégio do filho. Pérola das boas. Como sempre, Jaimie fica todo feliz em ver o avô e quer a reconciliação na família, mas por agora, não vai rolar mesmo, embora Dan tenha decidido ficar na cidade em busca de redenção. No meio dessa celeuma, Haley faz um show grátis e lança algumas músicas. Porém, quando é hora dela fazer sucesso, Nathan se dá mal e perde o contrato com os Bobcats, correndo o risco de ficar desempregado.
Confesso que não gosto muito desse drama criado para a Brooke. Me parece infundado e desnecessário. Além do mais, começo a temer que ela seja outra personagem a ter problemas de fertilidade e sinceramente, esse clichê ninguém mais aguenta ver. Alex Dupré continua sem limites e Julian, sem noção. A Brooke de antes não suportaria tanto desaforo e já estaria pelada na traseira do carro de outro homem. Coisa boa foi ver ela retrucando a Rachel pelo roubo e pela decepção que a fez passar.
Uma das coisas que eu gostei muito de ver foi a Drama Quinn com o Clay. Engraçado como ela sozinha é um porre, mas o casal funciona super bem. Estava na hora de Clay superar o fantasminha camarada, afinal de contas.
Agora, e Millicent? Alguém me diz que Exu possuiu aquela menina, porque bastou alguém dizer que ela era modelo para a certinha e tímida assistente de Brooke se transformar num mix de todos os clichês sobre o mundo da moda. Fútil, esnobe, egocêntrica, viciada em remédios para emagrecer e a mais nova: usuária de cocaína. Pelo amor de Deus! Juro que dei risada ao ver as cenas dela se transformando no ABOMINÁVEL MONSTRO DA MODA.
Outra coisa que merece destaque é o novo bartender do Tric. Mas, antes de introduzirem a nova piada, usaram aquela antiga, com a bebida azul bizarra de Chase, que parou de fazer os clientes de cobaia. O novo bartender, no entanto, é quase um talento sobrenatural e sempre adivinha a bebida ideal de cada pessoa. Cerveja nacional e tequila para Clay, vinho branco para Drama Quinn e o preferido de Dan Scott estava em falta no estoque: sangue.

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House M.D.6x06: Known Unknowns

Para quem acompanha House pela Fall Season americana, a pausa de 3 semanas trouxe novidades. A série não perde o ritmo e apresenta fatores que mudam o rumo da história, como o retorno de Lucas. Para quem não lembra, ele é o detetive contratado por House na temporada passada e que tanto agradou ao público. Pedirm mais Lucas e agora, teremos. Só não sei se os entusiastas de House e Cuddy juntos vão gostar da novidade. Justo agora que parecia que os dois poderiam se acertar e nos brindar com um romance que não fosse alucinação, Cuddy está de namorado novo. House descobre isso no meio de uma de suas tentativas de provar que pode ser responsável e quem sabe, um bom pretende para Cuddy e um papai para Rachel. A convenção médica parecia ser a oportunidade perfeita para um flerte, especialmente, a hilária e patética festa anos 80, onde House nos brinda com uma fantasia de 1880. Teve dança lenta, olhares, revelações e Cuddy, ao ouvir que o colega sempre fora interessado por ela, desde os tempos de faculdade, simplesmente foge. A explicação aparece no dia seguinte, quando House, a conselho de Wilson, se oferece par ser babá de Rachel enquanto Cuddy vai uma palestra. Ela mente que o bebê está no berçário do hotel e uma risadinha inocente revela toda a história. Com certeza, nem nós, nem House esperávamos por essa.
Aliás, o suicídio profissional de Wilson era outra coisa inesperada. Mas House, de volta à sanidade, impede o amigo de cometer um enorme erro. Tudo bem que a estratégia envolveu drogas e todas as calças de Wilson roubadas, mas era o que House podia fazer.
No hospital, Cameron desconfia que Chase tem uma amante e isso se reflete no caso que estão tratando: Uma adolescente que incha sem parar, mente e sangra pelos poros. No fim, era um problema sanguíneo, que foi ativado quando a garota se encheu de ostras no jantar da noite anterior.
E se Cameron achava que suas dúvidas sobre o marido não seriam respondidas, se enganou. Ela primeiro respira aliviada, afinal, Chase não tem um caso extra-conjugal. Mas depois, tudo fica muito mais tenso e ele finalmente revela que matou Dibala.

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Brothers and Sisters 4x07: The Wig Party

Só pelo nome do episódio a gente já desconfia o que vai encontrar e não se surpreende. Tivemos mais e mais doses maciças do Câncer da Kitty e eu é que começo a ficar doente com essa história. Odeio essa apelação clichê que já vimos até em novela do Manoel Carlos. Então, sem mais delongas, passamos o episódio inteiro vendo a Kitty desistir da quimioterapia só para manter aquele cabelo e, na primeira oportunidade, o danado cai em tufos, no meio de uma festa para arrecadação de fundos da entidade fundada por Nora. Não deu outra. Kitty raspou a cabeleira e ficou parecendo um ET. Pelo menos isso já foi. Robert parece que nem sabe o que acontece com a esposa. Além disso, acaba de dizer umas verdades a um colega de partido e pode perder muitos eleitores por essa falta de controle.
Aliás, adorei o bofe novo da Nora. O bofe da motocicleta é uma graça e até eu pegava. Médico, bonitão e tudo o mais. Melhor que o Danny Glover, um milhão de vezes.
Sarah ficou só de apoio dessa vez e eu sinto muito por não a aproveitarem como deveriam. Luc também mal apareceu, assim como Saul.
Justin se preocupa com Rebecca e seus estranhos sintomas para só depois perceber que ela está grávida. Quer dizer, ele percebe e depois nega o que notou e deixa Rebecca sem saber como dar essa notícia.
E o baby boom na série continua. Scotty reencontra o pai, descobre que ele tem uma amante e deixou sua mãe. De brinde, só pelo trauma, ganha um gibi valiosíssimo que vai servir para pagar as despesas com o bebê que está por vir.

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Dexter 4x07: Slack Tide

Vamos começar a preparar o espírito porque Dexter está prestes a pegar fogo. Esse episódio foi feito justamente para isso: mostrar que teremos muita coisa acontecendo nesses 4 episódios restantes.
Estou adorando essa interação Dexter/Trinity, que virou praticamente um estudo de caso. Dexter que conhecer a vida, os pensamentos e tudo que o for possível arrancar de Arthur para usar em sua vida. Harry continua aparecendo constantemente para ordenar a morte de Trinity o quanto antes. Mas Dexter ainda não está pronto para se livrar dele e ainda tem muito o que aprender. Aquela incursão na floresta foi, inclusive, muito bacana. Mas confesso que o lance do Bambi atropelado começa a se tornar um clichê das séries e até Grey's Anatomy já usou essa metáfora. Dexter faz igual, mas com um outro propósito. Seguindo um dos conselhos familiares de Arthur, Dexter coloca Cody num grupo de jovens marinheiros. Astor, confirmando que é uma mala sem alça igualzinha à mamãe Rita, faz birra e não quer aceitar nenhuma ideia de atividade de Dexter. Esse, pensa que está ganhando tempo livre, especialmente agora que quer matar Farrow, um fotógrafo bem bizarro que mata algumas modelos. Entre a navegação com Cody, as investigações de Deb, o papel de bom pai e seu workshop com Arthur, Dexter investiga Farrow e encontra provas. Ele está decidido a matá-lo antes de acabar o serviço com Trinity e aproveita uma noite acampamento com Cody para sair, matar e se livrar de Farrow. O problema é que depois de encerrar sua missão, ele descobre que Farrow não era um assassino, mas sim, seu assistente. Dexter matou um homem inocente e se martiriza, assim como Arthur sofreu ao atropelar Bambi e não conseguir dar um fim à vida do animal.
Tivemos ainda Deb, descobrindo que Harry tinha muitas amantes por aí. Batista e LaGuerta, ironicamente, começaram a ser notados como casal somente depois de terminar. Quinn, verdadeira pedra no sapato, está atrás de Dexter. Isso me lembra um certo Sargento Doakes e se Quinn fosse esperto, sairia desse caminho. E Arthur, que levou Dexter para derrubar aquela árvore, construiu um caixão. Só não sabemos ainda quem será enterrado nele.

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quarta-feira, 11 de novembro de 2009

How I Met Your Mother 5x07: The Rough Patch


Adoro quando How I Met Your Mother faz um episódio bom desses, que nem mesmo a chatice de Ted é capaz de derrubar. Aliás, nem mesmoo rompimento do casal que esperamos tanto para ver, conseguiu essa proeza. The Rough Patch foi engraçado até o último segundo e vimos uma maquiagem incrível em Barney, que se transformou num gordo de forma grotesca e fantástica. Tudo começa com a doação da imensa coleção de filmes pornôs de Barney para Ted. Sabendo que o amigo iria ver Arquisexure primeiro (porque será?), Barney deixa uma mensagem gravada e pede que, caso ele esteja num namoro firme, Ted o ajude a sair desse abismo.
Marshall e Lily, que roubam todos os filmes pornô que conseguem carregar também entram nessa. Mas antes de Lily, especialista em armar rompimentos, entrar nesse barco, Barney e Robin definham.
Ted até tenta a tática do pedido de casamento, mas nada funciona. Lily decide então, uar as quatro grandes brigas do casal para separá-los. A louça suja, as ex-namoradas, a guerra Canadá e USA, além do Stormtropper. Todos juntos deveriam causar uma épica briga que separaria os dois para sempre, mas, seus reflexos no vidro de uma lanchonete fazem Barney e Robin perceberem que são bons juntos, mas melhores separados. Eles resolvem ser amigos novamente e voltar à boa forma de antes. Robin, porém, não perde pro esperar. Barney agora já sabe que existe mais uma pérola televisa da ex e vai correr atrás disso até o final de seus dias.

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Gossip Girl 3x09: They Shoot Humphreys, Don't They?

CW bem que avisou: “Tirem as crianças da sala”. E nós ficamos para ver o polêmico ménage. Agora sou eu quem diz: Culpa nossa!
Não que eu esperasse uma cena muito picante, nudez ou pornografia numa série teen. Não mesmo. Mas, vamos concordar que nos prometeram um 3some e tivemos só um beijo meio torto e afastado entre as meninas, um sorrisinho maroto de Dan, que era para expressar um "oba, vou pegar duas ao mesmo tempo” e uma impagável cara de menina levada de Olívia.
Depois, veio a cena dos três na cama, dormindo juntos e mais nada. A CW está pior que os políticos brasileiros em termos de promessas. O surpreendente é que, no geral, o episódio foi bom e interessante. Cheguei até a me empolgar com trama, mas não por causa de Dan, Olívia e Vanessa. Jenny e Eric comandaram esse episódio e são nossa promessa de dias melhores em Gossip Girl.
Mas, antes de falar deles, vamos logo encerrar esse “polêmico” sexo a três que surgiu da tentativa de Dan e Vanessa fazerem Olívia desistir de fazer mais um filme de qualidade duvidosa e ficar na faculdade. Ao final da lista de 15 coisas que todo universitário deve fazer, repleta de idiotices, entre elas ioga na fonte (what?), só faltava a última. Nem preciso dizer qual era a opção que acabou como já descrevi. Apelação sem medidas que, como disseram por aí, parecia mais ‘Festa do Pijama’ do que 3some. A continuação dessa história é óbvia. Dia seguinte será estranho para os três e vai abalar namoro, amizade e seja lá o que houver entre eles. Ainda mais agora que o filme de Olívia foi cancelado.
Serena, dessa vez, teve duas tramas paralelas. Uma delas era a irritante briguinha com Blair, que teve um fim graças a Chuck e sua estratégia de prender as duas num elevador. Aliás, com whisky e macarone, doce dos ricos e esnobes, muito na moda ultimamente. Até eu ficaria presa num elevador assim, cheia de estilo e sem pressa de sair. Durante o período de reconciliação das amigas, Serena revela para Blair sua busca pelo pai, que agora enviou uma carta para ela, sua paixonite por Tripp Van Der Bilt, que aliás, deu um emprego de Assessora de Imprensa para Serena. Muito qualificada para o cargo, só por ser linda e loira, Serena não nega que aceitou o trabalho por estar interessada no recém-eleito congressista, que é casado, diga-se de passagem.Os dois trocam olhares, toques e blá-blá-blás e logo ambos estarão no centro de um escândalo. Não adianta Blair falar e aconselhar a amiga. Serena não está satisfeita com o emprego que tem e está louca para preencher mais um cargo: o de amante.
Mas, o ponto alto do episódio foi nosso velho conhecido, o Baile de Debutantes. É através dele que conhecemos a rainha de Upper East Side e Jenny estava querendo muito expandir seus domínios apara além dos muros de Constance. Lindíssima e com a maquiagem mais leve, não seria nada difícil conseguir. Ela só precisava arrumar um acompanhante à sua altura e esse verdadeiro príncipe encantado atende pelo nome de Graham Collins. O problema é que muita coisa ficou mal resolvida entre Jenny e Eric, desde o último incidente envolvendo Jhonattan e toda aquela humilhação pública. Eric, que tenta salvar Jenny de se tornar o Darth Vader de Manhattan, até surge com a ideia de unir a irmão postiça e o namorado nesse baile, mas tudo acaba mal.
Jenny descobre a armação de Eric para evitar que ela entrasse com Graham no baile e tudo vira contra ele. Blair, que disputa o posto de ‘madrinha’ de Jenny à tapa com Serena, também é jogada de lado, num típico ataque de realeza da ex-moradora do Brooklin. Jenny, aliás, anda meio bipolar nesse sentido. Tem seus momentos de menina humilde para, do nada, surgir como uma megera mimada. É aí que surge uma aliança entre Eric e Blair, que vão usar Kira, uma garota que só quer ser notada pelas mais populares, para destronar Jenny. Graham vira acompanhante dela na festa e Jenny acaba humilhada sem ter com quem entrar. Um desperdício, realmente, porque Jenny estava deslumbrante no vestido, no cabelo e na maquiagem. Mas, como já diz a célebre frase adaptada de Dirty Dancing, “nobody puts Jenny in a corner” e já que Nate é mesmo o nosso ‘homem-samambaia’ das séries e só serve para enfeitar os episódios, lá foi ele, levar Jenny ao estrelato. Afinal de contas, ele é um estudante universitário e tem muito mais valor como homem do que um garoto de colégio. Achei essa a desculpa esfarrapada mais hilária do episódio.
Assim, Jenny vira a nova rainha da cidade. Eric vê seu plano ir pelo ralo, mas Jenny não perde por esperar. Ela ainda pensa que Blair é sua maior inimiga e estará de guarda baixa quando Eric e sua nova melhor amiga, Kira, desferirem o golpe que destruirá Jenny Humphrey de uma vez por todas. Pelo menos, é isso que ele diz.

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terça-feira, 10 de novembro de 2009

The Big Bang Theory 3x07: The Guitarist Amplification


Não sei para vocês, mas, para mim, The Big Bang Theory continua chatinho. O episódio teve lá seus momentos, mas foi só. Faz tempo que não dou risada com a série, como fazia antigamente.

A única coisa que realmente prestou, da briga entre Leonard e Penny, foi o momento 'criança birrenta' de Sheldon. Cansado de ver brigas por todos os lados ele foge de casa e se refugia na loja de gibis. faz de conta de não ouve Leonard e para voltar pra casa bonzinho e obedecer mamãe e pápai, ganha gibi e robozinho de brinquedo novos. Penny e Leonard pareciam mesmo os pais de Sheldon, assim como Raj e Howard parecem marido e mulher, sempre em briguinhas por atenção e coisas do tipo.

Raj e sua frase sobre Beyoncé e a aliança, foram a melhor coisa do episódio, seguida pela imitação que Howard faz de sua mãe.

Para finalizar, as brigas acabam e Leonard vence. O amigo guitarrista de Penny não vai mais dormir na casa dela e com o barbudo esquisito dormindo em seu sofá, Sheldon calcula que deveria ter pedido mais do que um gibi e um brinquedo novo para aguentar a situação.

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Drop Dead Diva 1x13 (Season Finale): Grayson's Anatomy

Chegamos ao final da primeira temporada de Drop Dead Diva, que começou bem, patinou na qualidade e depois se recuperou com força total, deixando aquele gostinho de 'quero mais'. Para quem já está com saudade, muita força. A série foi renovada, mas só retorna entre junho e julho de 2010. Até lá, dá para rever os episódios e ir matando o tempo com muitas outras séries, mas antes, mas falar dessa Seasom Finale, que revelou uma bomba sobre a vida particular de Jane e teve, mais uma vez, a participação da jurada do American Idol, Paula Abdul.
Pela primeira vez o caso de Jane não acaba bem. Não que ela não vença, porque vence, mas sim por descobrir que ajudou seu cliente a roubar 15 milhões de dólares em um processo hospitalar. Acontece que o jogador de baseball que movia o processo era namorado da mesma médica que acusava ter destruído seu ombro durante uma cirurgia. Tudo perfeitamente armando para os dois pombinhos acabarem juntos e muito ricos. Mas Jane percebe a fraude e quer tornar isso público. Parker e Kim, porém, avisam que isso é impossível ou Jane pode perder a licensa e a firma seus clientes, que deixariam de confiar nos serviços oferecidos. Jane, no entanto, escolhe o caminho mais difícil. Grava uma confissão da médica sem que ela saiba e envia as fitas para a promotoria. Não bastasse a pressão no trabalho, ela ainda precisa escolher entre Grayson, o amor da vida de Deb, e Tony, o advogado bacana com ela tem tanta química.
Para piorar, Grayson começa a ter sonhos com Jane, onde os dois aparecem aos beijos. No começo ele fica assustado, mas a verdade é que a possibilidade de ter algo com a colega de trabalho passa pela cabeça dele. Mas Grayson, se pensa, não age. Até porque ele se evolve num processo trazido por Jane, onde ele precisa defender uma modelo que teve seu contrato de publicidade para uma grife de lingerie cancelada depois de saberem que ela teve câncer de mama. Ele tem a ajuda de Stacy, que corre para contar à melhor amiga sua descoberta sobre os sonhos. Isso acaba brecando a decisão de Jane em ir viajar com Tony, mas logo ela percebe que é hora de deixar o passado para trás e reinventar sua vida. Não como Deb, nem como Jane, mas como uma nova pessoa, começando do zero. O problema é que antes de fazer tudo isso por si mesma, Jane vai ter que lidar com outro pequeno imprevisto: Ethan. O homem que chega sem avisar, simpático e sorridente é também, o marido de Jane. Não esperava por essa? Nem eu. Mas a continuação dessa história a gente só confere na próxima temporada.

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Drop Dead Diva 1x12: Dead Model Walking

Reta final emocionante em Drop Dead Diva. Parece que finalmente acertaram a mão e os episódios se tornaram muito bons. É assim em Dead Model Walking, quando Jane particamente rouba um caso de Kim para defender Christy, uma famosa modelo da qual ela é a fã mais entusiasta.
No melhor estilo Legalmente Loira, seus conhecimentos sobre cosméticos e a vida de sua ídola ajudam Jane a descobrir quem foi o verdadeiro assassino do marido de Christy. Como sempre, era a melhor amiga, que se tornou amante e matou o marido da outra para ficar com mais de 6 milhões de dólares.
Mas não é só Jane que encara os tribunais. Grayson pega um dos casos Pro-Bono, onde defende uma senhorinha que não quer vender sua casa para que, no local, seja construído um shopping. Emocionado e motivado pela forte presença que ainda sente de Deb em sua própria casa, ele faz um discurso emocionado e ganha pelo menos mais 6 meses de paz para a cliente. Mas, para completar, a cliente revela que não quer vender a casa por que matou o marido anos atrás e não quer que o corpo seja encontrado, enterrado no subsolo. Os queixos de Grayson e Kim vão ao chão, mas eles não podem fazer nada por causa do sigilo entre advogados e clientes.
Aliás, o relacionamento dos dois fracassa, justamente por que Grayson não consegue se desligar dos sentimentos que ainda tem por Deb. Assim, com o namoro terminado e com o cancelamento de última hora de Tony, Grayson e Jane jantam juntos e isso pode render muito para a Season Finale.

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Drop Dead Diva 1x11: What if?



Sensível melhora em Drop Dead Diva nessa reta final. O episódio foi muito legal, leve e fiquei com vonatde de mais. Para começar, tivemos a visita da mãe de Jane que não fazia ideia de que aquela mulher entrando pela porta era quem era.

Ela chega, se estabelece e logo está dando conselhos para Fred e cia. Ela também participa do primeiro encontro entre Jane e Tony, começa um número musical no estilo mãe e filha e mostra para Jane que se por um lado ela perdeu uma mãe, acabou de ganhar uma novinha e deve aproveitar a chance de ter essa relação.

As mães também são o tema do caso de Jane, que é sobre uma troca de bebês, ocorrida 40 anos antes.

Enquanto isso, Kim e Grayson ingatam o romance e trabalham juntos num caso de difamação. Parker, obrigado a liderar na corte, sofre um pouco de uma síndrome de insegurança, mas uma conversa animadora de Grayson o ajuda a superar o trauma, seguir em frente e ganhar o caso.

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Ugly Betty 4x05: Plus None

Ainda na corda bamba, Ugly Betty vem mostrando uma recuperação considerável. O aumento de qualidade que vimos na semana passada continua e a série nos apresenta mais um episódio realmente bom.
As coisas estão voltando a acontecer, saimos do marasmo e do ostracismo da temporada passada e realmente enxergo boas possibilidades para o resto dessa. Tanto é que se continuar assim, a audiência deve voltar a crescer e quem sabe, tenhamos mais Ugly Betty pela frente na próxima Fall Season.
Então, vamos ao acontecimentos, que é isso que realmente interessa. Comecemos com nossa astuta (será?) Wilhelmina Slater. 'Enganada pela própria filha' foi um pouco demais pra mim. Essa mulher é o Diabo que veste Prada e se deixou levar nessa conversa fiada? Ou Wilhelmina acaba de nos provar um resquício de humanidade e maternidade ou então, está decaindo na escala de maldade. O tal detetive Castelar não era detetive coisa nenhuma. E o assassinato do namorado de Nico, muito menos aconteceu. Ela e o namorado estão unidos para arrancar bufunfa de Wilhelmina e nem imaginam que ela realmente não tem um tostão. Porém, algo me fez pensar que o dinheiro acumulado pelas doações da falsa causa de Wilhelmina pelas crianças do Tibet, vai acabar indo para esse tremendo golpe. Nico, aliás, aposta na culpa que a mãe sente pelos anos de ausência e em que a manteve num internato francês. Wilhelmina, que teve o espírito de mãe aguçado nos últimos tempos não perde por esperar essa sacanagem da filha pródiga, que foi capaz de inventar um crime para extorquí-la.
Quem também não perde pro esperar é Daniel Meade. Mas esse a gente bem sabe que é fácil de enganar e fraco das ideias. A confiança extrema em Natalie deve levá-lo para o buraco e, como eu previ, o tal guru das reuniões de "como lidar com o luto" também está envolvido no plano. Só não sei ainda o que eles pretendem. Daniel é outro que está sem dinheiro e as publicações Meade são sustentadas por Hartley. Quem, como sempre, não vai muito com a cara de Natalie, é Betty. Mas isso tem mais a ver com ciúme do que com pressentimentos.
Outra reviravolta que vem por aí envolve Claire, Hartley e mais um clássico caso de filho perdido. Para quem não lembra, Claire teve um caso com Hartley anos antes, durante um período de separação do marido e desse affair, nasceu um menino, que foi dado para adoção. Por isso, muito em breve teremos personagem novo chegando e isso vai abalar a relação de Claire e Hartley e quem sabe, deixar Daniel ainda mais magoado com o namoro da mãe e as intervenções na Mode.
Para Betty, tivemos também algumas mudanças. Ela começa a se desvencilhar de Matt e aprende a se divertir sozinha. No entanto, o processo é lento. Ela pretendia convidá-lo para o evento de caridade de Wilhelmina, mas Matt já tem outros planos. Amanda, que está mesmo apaixonada por ele, é a convidada de honra e, apesar de se sentir um pouquinho (bem pouquinho) culpada por fazer isso com Betty, ela não desiste do convite.
Betty, por sua vez, tenta convidar Daniel, que prefere levar Natalie e ainda se mostra um tanto frio com a ex-assistente e amiga de todas as horas.
Betty até apela para os "amigos" de Amanda. Um cara mais bizarro que o outro. Mas os tais amigos eram, na verdade, tarados por gordinhas que responderam a um anúncio que Amanda publicou no jornal. Sem ter quem convidar, Betty segue os conselhos de Hilda e Justin, se veste toda na estampa de bicho e vai sozinha à festa. Ela até consegue se divertir, mas Amanda, que achava estar num encontro com Matt, acaba magoada ao perceber que ele tem outra convidada e que levou seis funcionários, Amanda inclusa, como 'Plus One". Infelizmente para Amanda, Matt ainda parece vidrado em Betty, contudo, acredito que ela deve abrir mão de seus sentimentos pelo ex para dar uma chance à amiga que, pela primeira vez, tem sentimentos verdadeiros por um cara.

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Drop Dead Diva 1x10: Make Me a Match


Um episódio realmente bacana e interessante em Drop Dead Diva. Minha opinião está começando a mudar novamente e quem sabe, logo eu posso dizer que a produção é mesmo boa.

O diferencial está no destaque dado à vida pessoal das personagens. Além disso, temos a volta de Fred, que escolheu viver como humano e deixou suas funções de anjo da guarda para sempre. Tudo isso, diga-se de passagem, para ficar perto de Stacy, mas ela não o reconhece e vai ser difícil conquistá-la novamente.

Grayson e Kim pegam um caso conjunto, onde duas irmãs videntes, que herdaram o negócio do pai, brigam pelo uso do nome da loja. Aliás, uma das irmãs era Liza Minelli, difícil de reconhecer depois de tantas plásticas que a deixaram com a cara mais repuxada do mundo. O caso não reaproxima só as irmãs, mas também faz Grayson seguir em frente e chamar Kim para um encontro.

Mas, não pensem que Jane ficará por baixo nessa. Depois de defender a juíza Summers num caso contra uma agência de namoros, Jane acaba marcando seu próprio encontro com Tony, o advogado adversário. Isso vai render!

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Drop Dead Diva 1x09: The Dress


Uma pequena mudança no enredo faz diferença e torna o episódio de Drop Dead Diva mais interessante. Dessa vez, Jane não defende um caso, mas se transforma em um. E sua advogada é ninguém menos do que Kim, que faz cara feia, mas cumpre seu dever.

O processo de Jane é contra a PDQ, uma loja de roupas femininas onde é muitíssimo mal tratada por ser plus size. O caso mesmo ela não vence, mas acaba convencendo um dos investidores da empresa a explorar esse novo mercado esquecido pelas grandes marcas.

Enquanto isso, Parker, o chefe de Jane, ganha destaque ao defender o caso de um amigo cuja filha foi filmada num concurso de camiseta molhada. O vídeo acabou virando um DVD bastante vendido e a descoberta de que a teimosa garota tinha apenas 17 anos na data da filmagem, vence o caso sem que ele tenha de ir a julgamento.

O episódio tem ainda a participação de Paula Abdul, de American Idol, que aparece num dos sonhos de Jane, fazendo uma piadinha bastante infeliz sobre como é bom ser a única juíza de um caso.

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Being Erica 2x03: Mamma Mia

Não sei vocês, mas eu tenho uma forte tendência de achar que episódios com a Judith são meio chatos. Tudo bem que o episódio foi bacana, mas é dela mesmo que eu não gosto. Não quero nem me alongar no debate, mas fato é: Judith me irrita.
Então, como ela acabou de ter o bebê, a amizade com Erica ficou de lado e esse é o foco do episódio. Erica, que sente falta da amiga, vai tentar reparar esse erro, que não é surpresa nenhuma, começou no passado.
Dando início a mais essa viagem no tempo, Erica, que cuidava de Max enquanto a amiga estava numa festa, rola uma discussão sobre hora de dormir do bebê. Não demora e Erica já está com Dr.Tom e de volta à faculdade, onde deve cuidar da Semana dos Calouros e ao mesmo tempo, cuidar de Max, que vai junto nessa empreitada.
Claro que o bebê não para de chorar e nunca dorme, estragando a vida de Erica e deixando Judith cada vez mais brava. O jeito é apelar para a mãe de Erica, que resolve o problema com uma chupeta. De volta ao presente, Judith encontra seu bebê adormecido, mas a tal chupeta caba gerando mais uma discussão entre as amigas. Mas, a briga não dura muito e elas aproveitam as horas noturnas de sono do pequeno Max para colocar o papo em dia.
E Sam, que está mudando toda a vida pra acompanhar o marido para Londres começa mesmo a pensar que a mudança talvez não seja uma boa ideia.

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Dawson's Creek 5x10: Appetite for Destruction

Se existe alguma prova de que os personagens de Dawson's Creek são muito neuróticos, com certeza, ela está nesse episódio em que a 'relação secreta' entre Dawson e Jen vem à tona.
Pacey prepara um jantar para os amigos, estão todos reunidos, mas nem esperam a chegada do novo casal. Como eles também não esperavam a casa da vovó cheia, são flagrados num beijo, que transforma o clima familiar em completa estranheza e momento de vergonha alheia.
Audrey é campeã deles, derrubando comida na roupa a toda hora só para checar se Joey está bem.
Joey aliás, se morde por dentro, mas tenta ter uma reação natural. Verdade seja dita, depois de seu namoro com Pacey, há pouco de que ela possa reclamar. Entre milhares de entradas, saídas e conversas paralelas, Dawson acaba revelando que ela o faz lembrar do passado e de seu pai, o que reabre a ferida ainda recente de sua morte. Jen, ao contrário, o faz ser livre e esquecer dos últimos acontecimentos tristes. Não resta opção a não ser aceitar e conviver com a nova realidade.
Jen e Jack também acabam acertando os ponteiros da amizade abalada pelo lance da fraternidade. Temos ainda a parição de Charlie, para dar aquela abalada na confiança de Dawson.
De todos, Pacey é o único a não se meter nas conversinhas particulares e a não expressar uma opinião sobre o novo caso. De todos, ele é também o mais amadurecido até agora e distribui conselhos para Dawson e até para Joey, que vi ter que enfrentar com coragem o fato de que perdeu o posto de favorita na vida de Dawson.

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Dawson's Creek 5x09: Four Scary Stories



Num episódio que foge ao padrão, temos quatro histórias de terror, narradas por Joey, Jack, Pacey e Vovó.


Verdade seja dita, nenhuma delas assusta alguém, mas a série tem o costume de fazer essas brincadeiras de roteiro de vez em quando.


A 1ª história, contada por Joey, é sobre um maníaco sexual na biblioteca da faculdade. A de Jack, traz uma viagem no tempo, onde ele encontra um rapaz gay açoitado pela turma da fraternidade em 1968. Pacey apela para o clássico carro dirigido por ninguém que o persegue pela estrada e a Vovó narra um caso de Jen, em uma das noites da rádio, que ela afirma, ser 100% realidade.

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Dawson's Creek 5x08: Hotel New Hampshire

Esse episódio representa um verdadeiro marco em Dawson's Creek. Não por que seja muito bom ou diferente, mas por terem decidido tirar o cabaço de Dawson. Enrolaram tanto, mas tanto, que no final das contas foi uma coisa assim, quase sem querer. Tanto é, que eu já vi a série duas vezes e não lembrava que a 1ª vez de Dawson tinha sido com Jen. Como ele anda afastado de Joey e Jen tem sido aquela que o consola nos piores momentos, os dois vão juntos receber o prêmio de Dawson no festival de cinema e tudo acaba rolando sem qualquer planejamento. Obviamente, em se tratando de Dawson, teremos um romance ou namoro sério.

Já Pacey, consegue o quer. Sai com Karen e fica com ela, mas como ele e o chefe praticamente dividem a mesma mulher e essa situação não é bacana, Karen acaba se demitindo.

Joey, por sua vez, acompanha Jack numa festa da fraternidade, que acaba mal. Ele indica Audrey a aum colega e diz que ela é fácil de levar para a cama. Claro que Joey não gosta nada dessa história e eles acabam brigando. Depois, Jack se retrata, mas o drama da fraternidade está longe de acabar.

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Dawson's Creek 5x07: Text, Lies and Videotape



Dawson finalmente começa a lidar com a perda de Mitch e frequentar a terapia. Com isso, ele consegue liberar seus sentimentos quando descobre que o pai esqueceu de incluir Lily em seu testamento. Mas, se essa falaha o deixa irritado, passa rapidamente, ao descobrir que Mitch o inscreveu num festival de cinema e seu filme foi o vencedor.


Joey começa a sentir que realmente pertence à equipe do Professor Wilder e, talvez, acabe rolando uma atração entre eles. Jen continua com sua visão meio sombria da vida e Pacey, como sempre, tenta resgatar uma donzela em perigo e acaba se metendo entre seu chefe e a amante, que também é sua colega de trabalho.

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domingo, 8 de novembro de 2009

Dawson's Creek 5x06: High Anxiety

Canastrão desde o início, Chad Michael Murray já aprontava das suas em Dawson's Creek. Mas, nesse episódio, Jen resolve se vingar e combina com a outra namorada de seu namorado, para pegá-lo no flagra. Como bom mulherengo, Charlie resolve que um 3 some seria bacana, mas acaba mesmo é pelado no corredor, pagando o mico do ano na faculdade.

Pacey, por sua vez, descobre que seu chefe e ídolo pessoal tem uma amante, postura com a qual não concorda muito. Par evitar emprestar seu barco novamente, inventa uma festa que acaba em vergonha para Dawson, que tenta lidar com a dor de ter perdido o pai bebendo e fugindo da psicóloga. Joey leva uma bela patada, mas perdoa e solta um diálogo cafona sobre "sonhar pelos dois". Por outro lado, ela fica cada vez mais amiga de Audrey, e até defende a colega de quarto da mãe super crítica e cruel.

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Melrose Place 1x08: Gower

Ódio ou desejo? Decifre quem for capaz! O olhar de Ashlee Simpson continua me inebriando e só de pensar que em alguns episódios perderemos nosso ícone da interpretação, eu tenho ganas de matar os produtores da CWe desovar os corpos na piscina mais próxima. Como vocês podem ver, protestarei enquanto tiver forças, porque Ash (my BFF) é aquela que carrega melrose Place nas costas.
Mas, enquanto ela não se vai, somos brindados com mais momentos de poesia, em um episódio que beira o fenomenal.
Já vou começar falando de nossa musa do Emmy 2010, porque Ash vai mesmo levar o prêmio de melhor atriz por sua interpretação de Violet. JURO, que temi pela vida do chef de cozinha do Coal quando ele tentou sacanear Auggie, justamente na frente de Violet. Pensei que veríamos mais um corpo na piscina ou, no caso, no forno do restaurante ou coisa assim. Porém, quem deu uma psicopata foi Auggie mesmo, justamente defendendo a honra e moral de nossa casta e pura Violet. Foi um dos maiores momentos de poesia, quando Marcello proclama: "She's not a piece of meat, she's deseart". Quer dizer, lindo, não é? Não sei por que Auggie se ofendeu tanto com essa de Marcello chamar Violet de sobremesa. Aliás, Marcello devia ter mais destaque na série por suas ideias de apimentar a trama com mais um 3some. Sabemos que a CW adora esse recurso e Gossip Girl está aí para provar. Pois bem. A audácia de Marcello lhe custou caro. Auggie canalizou seu ódio por Violet e o prato roubado em socos. cena linda. Depois, tivemos o momento consolo, com Violet e Auggie se atracando. Estava na hora mesmo e Violet mandou mais um pra lista de bofes. Quem será o próximo?
Coisa boa é que tivemos a volta dos amados flashbacks. Os do David no cemitério foram incríveis, mostrando como ele conheceu (e fodeu) a Sydney. Mas nada superou o vídeo "Bruxa de Blair" com ele escondendo a arma do crime. E o paspalho, ao ser encurralado pelo detetive Rodriguez, corre pra desenterrar a faca em plena luz do dia. Bem feito que não encontrou e que a polícia já está com o artefato.
Riley e Jonah continuam sendo Riley e Jonah, mas ele surpreendeu pegando a produtora de cinema. Está mais do que na hora de separar esse casal chatíssimo, tanto, que nem vou comentar mais sobre esse assunto, por que não rende. Só não posso esquecer de falar que Riley se desfez da amizade de Auggie e Jonah não está disposto a desistir da chance de fazer fama no cinema para satisfazer os ciúmes de Riley.
Meu grande destaque, porém, vai para Lauren, a embaixadora do PayPal. A agenda anda cheia e ela deve estar gostando do trabalho, por que quando Ella tenta suborná-la para fraudar o laudo médico de um de seus clientes viciados em drogas, a nossa Puta-Sem-Um-Puto, recusa. Eu também recusaria. Pegando bofes lindos e recebendo por uma coisa que, geralmente, faria de graça, quem desistiria? Então. o Make a Donation de Ella, no valor de 50 mil dólares, foi negado e renegado. Safadeenha.

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Nip/Tuck 6x03: Briggite Reinhart

Alguma coisa está muito errada com última temporada de Nip/Tuck. Escrota é uma palavra que define bem a série no momento, já que o roteiro e as atuações estão abaixo do sofrível.
Nunca achei que fosse dizer isso justamente dessa produção, que foi uma das minhas favoritas por muito tempo e agora, me dá uma imensa vergonha. Ryan Murphy, criador da série, deve ter largado mão para cuidar de Glee e deu nisso. Só de pensar que Glee pode ter o mesmo futuro, estremeço.
Mas, não vou só falar mal, vou explicar meus motivos. O primeiro deles é que a cada 1.5 episódios, aparece um assassino/psicopata entre os personagens. Nem na cadeia tem tantos, minha gente. Em segundo lugar estão as infindáveis tentativas de matar qualquer um que faça parte da trama, de variadas maneiras. Agora, deram um tempo ao Christian, depois do Câncer, mas Sean é um alvo constante.
Coisa bizarra foi a inédita recuperção dele dos distúrbios de sono. Bastou estalar os dedos e pronto, dorme feito um bebê. COMO ASSIM? A única mostra de que ele continua muito fraco das ideias é o casamento relâmpago com Ted, que aliás, não é Ted coisa nenhuma. O nome é Dixie, ou pode ser qualquer outro, na minha opinião. Que ela é uma tremenda golpista do baú eu já sabia, mas assassina? Pois é. Os dois casos de cirurgia da vez trazem isso à tona. Briggite Reinhart, uma fanática por cirurgias, que já foi costurada e esticada em todos os lugares do mundo, reconhece Dixie quando está prestes a ser anestesiada. Sean ouve a conversa, mas aparentemente não desconfia. Mais tarde, em recuperação, a paciente pergunta por Dixie e deixa Liz bastante atenta ao nome. Como não poderia ser diferente, Briggite morre, vítima de seus próprios caprichos e de seu fetiche por sanguessugas no pós-operatório. Ted dá uma alta dose de heparina, que é um anticoagulante e, assim, a pobre Briggite é sugada até a morte por suas fiéis escudeiras de recuperação.
Para isso, Ted usa uma máscara, feita por Sean e Christian para um outro cliente. Um homem heterossexual, mas que gosta de se travestir de mulher e , portanto, quer sair em público com a esposa assim, sem ser reconhecido.
Esse lance, aliás, rende com Christian e Mike. Com ciúme de Kimber, Christian faz Mike se vestir de mulher, alegando ser um fetiche muito apreciado pela ex-atriz pornô. O problema é que Mike veste o corpete, a meia arrastão e abala as estruturas, mesmo de salto alto.
Tivemos ainda a volta de Annie, filha de Julia e Sean, que está com problemas sérios. Além de arrancar os cabelos e estar mais careca que o Bill de True Blood, a garota come os tufos. Por isso mesmo, tivemos mais uma cirurgia com ela e mais uma tentativa de morte de personagem. Mas, não pensem que isso vai acabar por aí. Ted fez uma jogada que saiu pela culatra, provavelmente de próposito, pois espero que Sean esteja mais espertinho. Ela afirma ter colocado todos os seus bens em nome do marido, para, em caso de morte, ele herdar tudo o que ela possui. O plano de Ted era, com isso, anular os efeitos do acordo pré-nupcial quando Sean resolvesse retribuir o favor. Ela só não esperava que Annie e Connor fossem os únicos beneficiados do testamento e, pelo visto, já planeja matar ONE BY ONE. E o plano pode muito bem funcionar e Ted terá um belo álibi e alguém para culpar: Matt. Único filho deixado de fora da mordomia, por ter desperdiçado milhões no passado com drogas e Cientologia, ele agora investe na carreira de mímico, ou melhor, de ladrão mímico, dando à nova madrasta muitas possibilidades para concretizar seus sonhos de acabar com a família McNamara.

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sábado, 7 de novembro de 2009

The Vampire Diares 1x08: 162 Candles

Episódio bom é assim. Tem festa, bebedeira e...estacas! The Vampire Diaries consegue, mais uma vez, ser muito interessante e Damon continua roubando as atenções. Agora sim, eu entendo porque mataram o CORVO. Era esse o único jeito de Damon brilhar.
Além de toda a canastrice de Damon, que faz as melhores caras e bocas nas expressões de falso espanto, tivemos a visita de Lexi, amiguinha de Stefan de 350 anos de idade, que veio para comemorar as 162 primaveras do nosso vegan favorito.
Logo de início eu já saquei duas coisas que iam acontecer. A primeira delas er que Elena ficaria com ciúme. A segunda era que Lexi não chegaria até o final do episódio. Nem poderia. Mesmo sendo mais forte que Damon, ela não contava com a astúcia dele, que aproveita mais uma vampira em Mystic Falls para tirar o dele e de Stefan da reta.
Ainda manipulando Caroline, ele a faz dar uma festa no Grill e Lexi leva Stefan para comemorar mais um ano de não-vida. Aliás, Damon também quer o colar da Menina-Bruxa-Da-Boca-Torta, mas ninguém mais tira dela o que pertenceu aos seus antepassados. Nem vale tentar, por que você pode tomar um belo choque. Humilhada pro Damon, depois de seu fracasso em conseguir o colar, Caroline bebe que nem gambá e acaba se jogando em cima de Matt.
Uma coisa meio ridícula no episódio foi o desfecho do caso de VAMPIRAVE! Ainda sinto por ela ter nos deixado e estou muito brava que a saída dela só serviu pro Jeremy ir fazer lição de casa e virar outro modelo de menino-perfeição. Bah. Quer dizer, uma adolescente some no mundo e só adolescentes falam com a polícia sobre isso. Até aí, beleza, mas cadê os pais dessa garota? Foi o Matt a parideira?
Absurdos à parte, a história de lexi foi bacana. Serviu para abrir os olhos de Elena e pra gente ver mais uma estaca sendo enfiada num vampiro. Se eu fosse dar um apelido pra ela seria VAMPIROLD, de tão velha que era Lexi. Mas, assim como veio, ela nos deixou, apunhalada por Damon, que está se infiltrando entre os Caça-Vampiros. Já dizia o ditado: Mantenha os amigos perto e os inimigos mais ainda. Só que Stefan vê tudo. Ele e Elena assistem à morte de VAMPIROLD de camarote. Stefan sai todo vingativo, pega Damon na porrada e enfia-lhe uma estaca. Pensa que ele morreu? JAMAIS! Stefan é piedoso. E MUITO, MUITO BURRO! Ele apenas machuca o irmão, para provar que pode e fica por isso mesmo. Parece que esses 162 anos não trouxeram sapiência para ele.
Agora, meu destaque vai mesmo para a MENINA-BRUXA-DA-BOCA-TORTA! Além de incendiária, ela agora é um fio desencapado, elotrocutando quem ousar chegar perto. Além disso, ela se mostrou uma verdadeira penosa, mas isso nem é um talento muito bom. Qualquer pomba, canário e pardal por aí, pode botar suas penas no ar. Mas, quem sabe um dia, descobriremos a utilidade da levitação de plumas pelo ar.

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Fringe 2x06: Earthling

Mais um episódio excelente de Fringe, que vem fazendo uma 2ª temporada exemplar. Há quem diga que a série está chata, mas eu simplesmente não posso concordar. Mesmo quando a aposta é o tradicional casinho da semana, os temas tem sido interessantes e instigantes.
Em Earthling, tudo já começa muito bem, com o pobre homem que acabava de preparar uma surpresa para a esposa pelo aniversário de casamento, virando pó. Uma sombra misteriosa suga todos os seus elementos e a vida de dentro dele, que se desfaz na poltrona como se fosse uma escultura de areia. Aliás, preciso dizer, efeito muito bem aplicado, pareceu muito real.
O foco da vez é Broyles. Primeira vez em que deixam o personagem mais exposto, falando até de sua vida pessoal, mostrando a interação com uma criança e evidenciando o casamento desfeito por causade sua dedicação à Divisão Fringe. Aliás, os problemas começaram 4 anos antes, quando Broyles viu de perto muitos casos de pessoas transformadas em pó. A única pista, era o contato de um possível terrorista que pedia que uma fórmula nunca antes vista e que está além do complexo, fosse resolvida.
Lógico que esse é um trabalho para Walter Bishop, que não demora muito para começar a entender do que aquilo se trata: um organismo diferente de tudo o que já se viu. As pistas da antiga investigação de Broyles também mostram que todas as mortes acontecem em hospitais ou com pessoas ligadas a hospitais. É o caso do primeiro homem morto, que um dia antes havia visitado a mãe doente. Novas vítimas aparecem e Broyles aperta as investigações mais e mais. Chegam até Tomas, um enfermeiro russo, que trabalha com nomes falsos. Tomas também é irmão de um Cosmonauta que voltou em coma do espaço e nunca mais acordou. Logo, é possível perceber que o Cosmonauta só pode ser a causa disso tudo. E era mesmo.
Walter percebe que os restos mortais das vítimas não contém qualquer traço de radiação e portanto, isso serviria de alimento para a estranha sombra, que se revela uma espécie de alienígena, vivendo em simbiose com o Cosmonauta.
No entanto, é simplesmente impossível separar os corpos dos dois. Walter percebe que os dois organismos se ligaram de forma irrepáravel e nem mesmo os choques elétricos aplicados por Tomas são capazes de ajudar. Tomas, inclusive, acaba virando pó também, justamente quando recebia de Broyles a verdde sobre seu irmão.
Olivia, Peter, Walter e Broyles encontram, o corpo poeirento de Tomas e o Cosmonauta vazio, quero dizer, sem o alienígena perto dele.
Daí, vem a apelação. Ameaçam uma pobre menininha loira de virar pó nas mãos do homem sombra, mas Broyles dá um tiro na cabeça do Cosmonauta, obrigando a criatura a voltar para seu hospedeiro. O problema é que nenhum dos dois morre e por isso mesmo, os russos ou seja lá quem for o responsável por isso, enviam o corpo para o espaço, bem preso numa caixa de chumbo. Será que essa é realmente a solução para o problema? Pareceu que não.

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Flash Forward 1x07: The Gift

Resolvi começar essa postagem de modo diferente, dizendo que Flash Forward foi bom. Não, não é só pra mudar o que eu sempre falo sobre a série, nem nada disso, mas, verdade seja dita, esse foi o único episódio decente e assistível desde o Piloto. Também, foi só isso. Nada de espetacular e genial, até porque, foi justamente adotando uma tática mais simplista que conseguiram melhorar.
Muito provavelmente, a mudança de foco principal para Al, tenha colaborado. Como sabemos, Al teve um flash forward em que ele se via trabalhando num caso ainda não existente, que, quando comparado com a visão de sua parceira de trabalho no futuro, provou que os flashs poderiam ser cruzados num banco de informações, ajudando na criação do Mosaico. No entanto, essa não foi a visão completa do agente. Quando temos a chance de conhecê-la por inteiro, sabemos que ele se sente culpado por ter, de alguma forma, contribuido para a morte de Celia, uma mulher que ele nem conhece ainda, mas que morre e deixa dois filhos gêmeos.
A investigação toda dos Blue Hands também ajudou para o final que vimos acontecer, afinal, foi naquele ponto do episódio que Al percebe que pode mudar o que está para acontecer. E, deixando de lado toda a enrolação, essa é a mensagem. Nada está escrito em pedra e tudo pode mudar. Quem sabe, depois de Al se jogar de prédio, nosso amigos Demetri e Mark parem de se torturar e de torturar ao público com suas lamentações e momentos de mimimi. Demetri está quase ficando sem noiva, de tão neurótico. Mark então, destrói a família a cada biquinho de desgosto. Aliás, a atuação de nosso eterno Shakespeare in Love é do nível da Escola Cigano Igor de Teatro. A cena em que ele está com Charlie vendo desenhos me deixou sérias dúvidas sobre qual mensagem ele tentava passar: Tristeza ou prisão de ventre. Cá entre nós, acho que Mark estava precisando mesmo ir ao banheiro, porque se aquela cara dele era infelicidade, acho que encontramos o par romântico perfeito para a musa de Melrose Place, Ashlee Simpson.
No mais, me enganei sobre a Janis e o médico Bryce. Eu achando que era a agente lésbica no desenho dele, quando era uma japonesa. Aliás, alguém aí me diz o que a Nicole está fazendo no hospital? Voluntária para se redimir do que ainda não fez. É cada uma.
Tivemos ainda Olívia e Lloyd numa conversinha furada e Aaron recebendo a visita de uma colega de trabalho da filha, Tracy. Ele vem para entregar um canivete e contar a história de como a viu morrer. Aaron, porém, ainda aposta em sua visão. Mais tarde, acaba convencido de que Tracy está mesmo morta e sente certo alívio, em seguida, ao entrar em casa, lá está ela, inteirinha, esperando pelo papai para dar olá. Seria alucinação?

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Grey's Anatomy 6x08: Invest In Love

Shonda Land acerta novamente e nos brinda com um episódio incrivelmente sensível em Grey's Anatomy. Confesso que chorei no final, com aquele mantra para espantar os pesadelos. Não teria sido assim se o roteiro todo não caminhasse na mesma linha. Tenho que dizer que Arizona deu show, assim com Alex Karev, que vem ganhando imensamente minha simpatia.
O afastamento dos personagens principais - com excessão de Cristina que continua em foco - foi uma verdadeira benção para a série. Finalmente o público pode conhecer mais de Callie, Arizona e dos novatos. E podem notar, sempre que um deles se torna o centro da história, a série cresce. Fico super feliz em poder falar bem de Grey's que é uma das minhas produções favoritas e que sempre me deixa com grandes expectativas.

O fenomenal desse episódio é que não teve apelação, pelo menos, não pra mim. O trabalho de Arizona com as crianças vem sendo mostrado de forma uniforme e ela sempre mostra esse lado mais 'coração'. O garotinho com problemas intestinais, há sete meses vivendo no hospitale passando por cirurgias inúmeras foi muito marcante. Mais do que ele até, a presença dos pais, da mãe, em especial, trouxe um toque a mais para o caso. Ricos até demais, os pais resolvem doar 25 milhões de dólares ao hospital. Tudo graças à Arizona, que conseguiu prolongar a vida do garoto em mais de 2 anos além da expectativa usual. Mas, pouco antes de receberem todo esse dinheiro, o menino entra em colapso e Arizona não pode mentir. Está chegando a hora da despedida, não importa o que ela faça. Mas, os pais exigem outra cirurgia, o Chief e aquele outro puxa-saco sem nome, pressionam a pobre Arizona para entrar na sala de operações. Indo contra todos os seus instintos, ela segue em frente e o resultado é a morte de Wallace, justamente no dia em que completaria 11 anos de idade. Já seria triste o suficiente se esse dia também não fosse o aniversário de Arizona. Ela ganha uma festa surpresa de Callie, com todo o pessoal do hospital, mas como toda festa assim, acaba em fiasco. De volta ao hospital, Arizona reencontra os pais de Wallace. Ela os leva para ver o corpo do filho e então temos a cena mais linda do episódio, com o mantra dos sonhos (repetido 3 vezes par funcionar) e um belo tapa na cara do puxa saco sem nome e do Chief. A doação ainda será feita, metade deve ir para o hospital e metade para pesquisas que ajudem a encontrar a cura para a doença do intestino curto, tudo por causa de Arizona e não para encher os buracratas de dinheiro.

Aliás, Richard anda muito perdido nessa temporada. Parece que ele está fazendo tudo errado. Derek continua trabalhando, mesmo tendo sido demitido. Os dois continuam sem se falar, mas algo deve uní-los novamente, em breve.
Tivemos também Karev, atuando na pediatria, que é o foco central do episódio. Enquanto Derek tenta salvar a mãe, ele cuida do bebê prematuro e sem esperanças de viver. Mas, Ao segurar a menininha no colo, mesmo depois de ter desistido de lutar por ela, ele a ajuda a sobreviver, ao estilo mamãe-canguru. Baley fica impressionada com os progressos e Karev passa dias segurando a bebê no colo, sem camisa, para aquecê-la e estimulá-la mais. Como eu disse, ele vem ganhando minha simpatia, até porque, Izzie sacaneou bonito com ele. Foi embora, não dá mais notícias, não faz tratamento, não atende telefones e surpreendentemente, não faz falta nenhuma. Digam o que quiserem. Os últimos episódios sem Izzie me pareceram absolutamente superiores em relação aos demais. No entanto, ela foi embora deixando uma lembrança para o maridão: a conta do hospital, de 200 mil dólares e uma bela dor de cabeça de brinde. Mas, Izzie que se cuide, por que tem gente de olho no bofe. Drª Reed, leva patada atrás de patada e não desiste. Aguardem para ver.
Aliás, falando em "não faz falta", sou só eu que acho que Grey's sem a Grey fiac bom demais? Meredith estava me dando nos nervos e essa folga de seus draminhas e choros e velas me fez bem. Agora, ela deve voltar com um humor renovado e menos sombria que o habitual. Pelo menos é o que eu espero.
Callie, que enfrentou todas as neuras de Arizon de uma vez, teve uma recompensa. As duas trocaram o primeiro "Eu te amo", bem no final do episódio. Uma graça. Mas antes, ela teve de encarar a menina que tomou o chá do cogumelo doido e pulou do telhado, achando que ia voar. Teve 52 fraturas e me deu um desespero imenso. A garota também tomou uma belo esbrega de Cristina que, por sua vez, tomou um belíssimo esbrega de Owen Hunt, depois de fazer um procedimento cardíaco não autorizado.
Além da briga de casal ela ganhou um novo admirador. O Dr. Avery achou a intransigência de Cristina muito, muito sexy. Na festinha de Arizona, ele foi à luta e rolou beijo. Mas, esperta (talvez não o suficiente), Cristina interrompe tudo e vai atrás de Hunt. Disso, já podemos esperar muitos desdobramentos, já que sabemos que uma ex-namorada de Hunt chega ao hospital em breve para dirigir a cardiologia. Será que teremos uma troca de pares?

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Modern Family 1x07: En Garde


Não é à toa que Modern Family é a melhor comédia dessa Fall Season. Absolutamente impagáveis as atuações de todo o elenco, mais uma vez, provando que estupidez e vergonha alheia podem ser passados geneticamente.

Para começar, Jay e Gloria ficam mega orgulhosos de Manny, que arrasa qualquer um na esgrima e chega às finais, onde terá de competir com uma garota. Manny, que é um projeto de latin lover, se recusa a lutar, mas Jay e Gloria, mais sedentos de vitória do que o próprio Manny, o convencem do contrário. Tem até camiseta da torcida oficial. O problema é que, logo após pedirem para manyy ser o mais impiedoso possível, eles descobrem que a menina perdeu os pais e vive num hospital. A torcida del é composta basicamente de cadeiras de rodas e de pacientes da ala infantil, mas, é tarde demais. Manny vence e ainda faz troça. Esse garoto é execelente ator, mesmo.

Aliás, essa empolgação de Jay com o enteado, desperta a mágoa de Mitchell, que depois de 20 anos ainda guarda rancor de Claire por ter desistido da competição de patinação artística. Os dois protagonizam um número (sem patins) dos mais constragedores ever. Mas funciona.

O problema é que depois Cameron quis fazer igual. Cameron, inclusive, está num empáte técnico com Phil, na minha preferência. Só ele levaria uma máquina de fazer vento para o aniversário de um ano do sobrinho, que deve ter "voado" longe em seu berço com rodinhas. Acho que essa ganha das perucas de divas do POP.

Phil e Claire, em meio a esse clima de talento, tentam mostrar quais as capacidades de seus filhos. Alex é a inteligente. Tão esperta que faz Haley tentar recarregar bateria de celular esfregando-a no cabelo e Luke tentar a mesma proeza chupando seu Ipod. Haley aliás, leva o troféu por beleza e Luke, bem...é Luke e nada mais. Phil resolve desenvolver o menino no baseboll, sem nenhum sucesso. Mais tarde, acaba descobrindo um talento nato da criança, que quase o ajuda a vender uma casa. Quase, por que depois de elogiar e convencer o cliente, Luke provoca o efeito contrário, com maiscomentários geniais, super fora de hora.

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Cougar Town 1x07: Don't Come Around Here No More


Apesar das críticas e da audiência baixa eu continuo fã de Cougar Town. Aliás, achei esse episódio muito bom, com musiquinhas e animais, além de uma abóbora explosiva. Sorte nossa que a temporada está garantida.

Grayson lançou um novo hit: "Confiante com minha sexualidade", fruto de uma comentário de Jules sobre seu violão incrementado por florzinhas cor-de-rosa. Aliás, Jules teve um sonho erótico com o vizinho e teve coragem de contar pra ele. Dessa vez, os dois entraram numa aposta, onde Jules deveria passar 24 horas sem nenhuma compania. Não durou nem meia hora, até porque, numa das atividades que ela se propôs para matar o tempo, deu de cara com um violento jacaré (ou seria crocodilo?), que a ameaçava de fora da piscina. Juro que achei que o bicho ia aparecer de novo, pois Andy não é muito do tipo que intimida um animal selvagem só com um guarda-chuva. Mas, o jacaré (ou seria crocodilo?) serviu, pelo menos, para comer Tuffy, o irritante cachorro do vizinho.

Essa aposta doida, que acaba num churrasco entre amigos, Grayson incluso, começa quando Jules sai com um colega de trabalho mais velho que Matusalém. Ok, nem tanto, apesar das contas de Grayson indicarem que o homem teria por volta de 600 anos. Essa situação, porém, é um claro indicativo de que Jules não consegue ficar sozinha e apela até mesmo pra um café com a terceira idade. Grayson, que mantém essa relação passivo-agressiva com a vizinha, não poderia deixar de cantar, literalmente, em alto o bom som, a composição feita especialmente para esse flagra.

Travis dando em cima de Laurie é constrangedor, mas fofo, ao mesmo tempo. Ele e o pai explodindo uma abóbora e soltando fogos, em mais um momento, pais-e-filhos, nem precisa de comentários. Ellie continua fazendo o papel de esposa mala e Andy foi o responsável pela encenação drámatica de "Um Sonho de Liberdade", com direito à tunel de esgoto e chuva artificial.

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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Dawson's Creek 5x05: Use Your Disillusion

As desilusões são o tem desse episódio em todo mundo descobre alguma coisa nada agradável.
A começar por Pacey, que percebe que seu chefe e ídolo pessoal talvez não seja uma cara tão bacana. Ele empresta o barco para que o cara possa passar uma noite romântica com a esposa, mas na verdade, está bem claro que o barco de Pacey serviu de motel para ele e uma amante.
Jen vê Charlie com uma garota num restaurante, justamente quando ele disse que estaria trabalhando, dá vexame e faz cena, tudo para descobrir que era a irmã dele. Mas, nem tudo estava tão errado, já que depois ela flagra Charlie com outra garota. Dessa vez, pra valer.
Joey também precisa compreender que Dawson não quer sua ajuda e tudo que ela faz nesse intuito acaba piorando a situação entre eles. O lado bom é que, com isso, ela e Audrey tem se aproximado e tornado amigas de verdade.
E quem saiu pior, foi Tobey, o namorado de Jack, que veio passar um final de semana em Boston e foi largado no canto. Jack estava super ocupado com seus irmão de fraternidade e, verdade seja dita, não se importou nem um pouco ao magoar os sentimentos do agora ex-namorado.

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