sábado, 2 de outubro de 2010

Hellcats 1x04: Nobody Loves Me But My Mother


Não tenho nenhuma curiosidade engraçadinha para começar o texto de hoje, então, vamos ao que interessa.
Fico feliz em ver que Hellcats está firme. A Fall Season é uma época mágica para quem é fã de seriados, mas também pode ser traiçoeira. Os cancelamentos já começaram e é bom saber que nossa nova queridinha está segura, contrariando as previsões, pragas e macumbas da grande maioria.

Por enquanto, não tenho críticas a fazer. Acho que a produção vai bem e está cuidando para desenvolver cada pedaço da história. O mais importante é que essa é uma série sobre cheerleaders, mas não estamos recebendo uma overdose de coreografias e coisas do tipo. O enredo está sendo desenvolvido muito bem para o público jovem e continuo animada para ver o que vem por aí.

Não é segredo para ninguém que já elegi Savannah como a melhor personagem da série. Adoro vê-la toda decidida, contrariando a mãe e pronta para viver como quer. Senti certo descontentamento da parte de Dan, afinal, Savannah sacaneou feio naquele jantar, arrumando briga antes da sobremesa ser servida. Uma afronta. Talvez por isso, Dan tenha ficado em dúvida sobre o relacionamento, afinal, quem agüenta uma namorada não te dá a chance de comer o doce. Sei que parece duplo sentido (e é), mas no fim, o casal PsicoTisdale se consagra mais uma vez, agora com contrato de exclusividade e sinceridade,a final, aquelas batatas não estavam totalmente cozidas.

Mas se vocês pensam que Savannah venceu pela inocência, estão enganados. A cara de maldade dela na foto que ilustra esse post é a prova cabal de que estamos diante de uma pessoa que planeja suas ações e que, portanto, conseguiu o bofe por mérito e estratégia.

Quem precisa ter umas aulinhas com Savannah é Alice Verdura (esse nome é bom demais para não ser escrito na íntegra). Essa garota está muito no atraso. Fica dizendo que quer ver o “levantamento” de Lewis e todos nós sabemos o que isso quer dizer, não é mesmo? Se ela fosse na onda da santinha, seria mais fácil. O pior é que Alice sabe muito bem como bancar a menina de igreja, mas está usando seus atributos para a função errada.

Um dos momentos mais brilhantes é quando a coach Vanessa revela a piranha que era até pouco tempo, como se isso fosse uma história de vida edificante, capaz de mudar o comportamento de sua pupila.

Com Marti, o problema é timing. Precisa decidir o quer, né amiga?Nessa brincadeira acabou sem ver o tal “levantamento” do Lewis e teve que se agarrar no microfone para cantar música de corno. Ok. Não era música de corno, mas eu prefiro pensar que sim. Aliás, vale o elogio à voz da moça, que vai se revelando a cada dia.

E para que vocês não achem que só falo bem de Hellcats, vou dizer que não gosto de Wanda. Aquele lance de mãe abilolada me irrita um pouco e acho um pouco de exagero, mas vou levando, porque não tem outro jeito.
Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Mari Bisonti disse...

Vou comentar aqui, porque esse foi o último que vi..Eu venho acompanhando Hellcats depois que soube das cambalhotas e duplos carpados para mudança de cena. E devo dizer que não me decepcionei, ainda mais pelo que eu esperava depois das críticas da maioria.

Não é uma das séries que eu espero a cada semana ansiosamente pra ver, mas eu baixo o episódio e tá lá pra eu ver num horário oportuno, é mais uma série confort food, guilty pleasure pra mim, e pretendo continuar aompanhando..

Só a protagosnita que não me ganhou, acho que cansei dessas protagonistas perfeitas, que não tem a vida perfeita..ela é inteligente e dedicada, bonita, tem corpão, sabe dançar, cantar, tocas e é cheerleader sem ser fútil..
Mas nada que me incomode, me faça parar de ver ou de torçer por ela.