domingo, 5 de dezembro de 2010

Being Erica 3x11: Adam's Family


Dói dizer, mas agora só falta mais um.

Estamos na reta final de Being Erica e sei que ainda temos um episódio para curtir, mas já sofro de saudades antecipadas. Na verdade, acho que eu gostaria de ter uma temporada mais longa – eu veria 22 episódios sem problemas – mas acho que gostamos tanto da série pelo formato que ela segue e por sua trama enxuta e eficaz.

Mais uma vez, a história foi ótima. Drama, um pouco de comédia e até algumas revelações apareceram para nos deixar chocados. Ou não. Vou começar por isso mesmo: É estranho eu dizer que sempre achei que Brent fosse hétero? Pois é. Eu achava isso desde o começo, mas aí, sei lá, do nada começaram a insinuar que ele era gay e embarquei nessa. Só que depois das cenas dele com Julianne eu acho que não restam mais dúvidas. Todo esse rancor é paixão recolhida e toda aquela afetação é teatro. Só pode ser isso. Os motivos dele para destruir a carreira da ex-chefe vão além de picuinha de trabalho. Aposto que Brent se fez de gay para se aproximar de Julianne e depois não soube como mudar sua relação com ela. Aguardem para saber mais no próximo episódio, mas meu instinto diz que estou certa.

Mais uma vez, fiquei com pena do pai de Erica. O coitado está cheio de amor para dar e só leva toco de Barb. Tudo bem que ele já aprontou antes, mas acho que merecia uma chance, afinal. Outra coisa que não posso deixar passar é a participação de Jay Manuel, que fez Ivan parecer uma diva em apenas uma tarde. O mais engraçado é que ele adora ditar estilo, mas usa esse cabelo que não é loiro, nem cinza, nem branco é só... Indescritivelmente cafona, mas vamos em frente.

Hora de falar de Erica e Adam, ou mais de Adam, porque mais uma vez, o episódio foi focado nele. Imagino que tenham decidido mesmo que ele é o homem para Erica, já que nunca investiram tanto assim num personagem masculino. Ethan era um coadjuvante e Kai, embora mais explorado, não teve tanto destaque. Eu aprendi a gostar de Adam. As histórias familiares dele me comovem e acho que as cenas dramáticas dele e da mãe falam por si sós. Ambos os atores mostraram grande potencial, estavam “possuídos”, como costumamos dizer e senti muita sinceridade no desespero deles.

Quanto a Beatrice, já vai tarde. Testa grande demais pro meu gosto (olha a bicha ressentida) e só sabe ficar pressionando um cara com quem dormiu uma vez. Na boa, ela foi muito psicopata e qualquer um, em sã consciência ia querer fugir de uma louca que já sente mil conexões de vidas passadas, runas e tarô depois de dar umazinha.

Mas, não pensem que eu achei tudo bem na relação de Adam e Erica. Algo não está certo e eu direi o que é. Acho que a escolha dele se deu mais por questões psicológicas. Ele gosta de Erica, sim, só que me parece que ele precisa dela para outras coisas no momento. Ele quer uma amiga, alguém que o escute, compreenda e que tenha passado pelos mesmos maus bocados. Lógico que Erica aproveitou a chance, mas podem escrever que essa situação ainda vai surgir e criar problemas para os dois.
Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Mari Bisonti disse...

Aii.. também já estou com saudades..
Camis, você tem alguma notícia sobre renovação?