domingo, 21 de novembro de 2010

Grey's Anatomy 7x09: Slow Night, So Long


A invenção do Alzheimer líquido.

Quando a noite termina para uns, mal está começando pra outros. Para quem trabalha em plantão a coisa é bem assim, desregrada e confusa. O interessante é que, em sete anos de Grey’s Anatomy, esse tema foi pouco explorado. Dessa vez, nos dividimos entre situações tensas e muitos atendentes bêbados e enlouquecidos para acompanhar uma noite muita longa no hospital e uma mais longa ainda no bar do Joe. Comecemos por lá.

Cristina Yang, uma das mais promissoras residentes do Seattle Grace virou bartender. Quase stripper, uma Coyotte Ugly sem a dança em cima do balcão. Lógico que morri de rir, mas Cristina já é um caso de hospício e, sei lá, seu trauma virou galhofa. Isso poderia ser bom, mas acho que não é. Não sei. Não sinto muita firmeza nessa trama e já começo a me aborrecer de verdade. Cadê a Cristina que conhecemos? Uma hora ela precisa voltar e deixar essa versão abilolada para trás. Owen, que casou com a doida, é quem tem que segurar o cabelo de Cristina enquanto ela põe tudo pra fora na privada. Nem no Afeganistão a coisa era tão crítica.

Isso, sem falar na convergência de dores de corno. Teddy e seus encontros on-line, Bailey bêbada querendo reivindicar suas necessidades femininas com Ben, Callie recorrendo ao sex-buddy Mark Sloan novamente... Ou seja. Mulheres à beira de um ataque de nervos.

No hospital, vimos mais destaque para Avery e Kepner. Pelo visto resolveram mesmo desenvolver os dois personagens e já não era sem tempo. Chega de deixá-los jogados às traças. Avery é outro traumatizado, mas pelo menos tenta superar. Continua o clima estranho com Lexie, mas não acho que isso vingue. Ele já teve clima com metade do elenco feminino e não passou disso. April ainda está mais de escanteio, mas a conversa dela com Bailey foi um dos destaques do episódio. Ou teria sido, porque aquilo nunca aconteceu.

Agora, o que me surpreende muito é a atitude do Chief. Ele berra com técnicos de equipamentos, mas deixa Stark quase matar uma criança. Tudo bem que isso rendeu bem para Karev e Meredith, mas o nível de irresponsabilidade de Stark é bizarro demais e nenhum diretor de hospital deixaria algo assim acontecer. Pelo menos, não em sã consciência e o Chief apenas assiste a tudo com aquele sorriso boçal no rosto sem fazer absolutamente nada.
Comentários
5 Comentários

5 comentários:

Anônimo disse...

Você lê o blog dos roteiristas de grey's anatomy? Sei lá, talvez ler um texto do roteirista que escreveu o episódio ajude a esclarecer algumas coisas, principlamente sobre Stark, há dois episódios eles vêm explicando o comportamento dele. E ainda teve um plus que o ep dessa semana foi escrito por uma médica de pronto-socorro. :)
http://www.greyswriters.com/

Lu VC disse...

O fato do ep ter sido escrito por uma médica de pronto socorro foi bem legal, ainda mais q eles nunca tinham mostrado o plantão noturno, mas foi só.
Q saudades da Yang hardcore. Claro q cada um lida de um jeito qdo o assunto é trauma, mas a começo a achar q a reação da Yang tá ficando forçada.
Eu não gosto do Avery, não adianta. Acho ele é mto ruim e a série já teve (ou ainda tem) um personagem bad boy - Karev. Pra q outro? Sem contar q detesto qq aproximação dele com a little Grey. :)
AMO greys mas...
ps:nem vou comentar o sloan e callie...ficou tão repetido q já virou chato.

t+ bjoss

Anônimo disse...

o problema é que a yang que a gente conhecia, quando tinha um trauma, ia pro necrotério e abria corpos cantando like a virgin.

nesse episódio ela foi ridícula. shonda se perdeu na história dela como naquele tempo da izzie.

Breno disse...

Eu gostei do episódio, achei divertido.
Gostei da Mer e do Alex, mais achei meio forçado esse pediatra novo, ninguém pode ser tão cretino assim.
No mais Tudo que atrapalhe Sloan e Lexi, acho desnecessário.

Anônimo disse...

Ah não, se pra eu entender série ou personagens eu tiver que ficar lendo blog por aí eu desisto hein? Lost já acabou. Certeza que será esclarecido em breve, e se tem uma coisa que grey's é boa é na "amarração" da histórias