quarta-feira, 7 de abril de 2010

Ugly Betty 4x18: London Calling

Aguenta coração! Ugly Betty quase me mata de felicidade com um episódio recheado de coisas boas e a participação especial de três personagens sumidos, porém, muito queridos pelo público da série. Ainda não viu o episódio e quer saber quem são os outros dois? Leia o resto da review e descubra.


Começou com Cristina e então, Gio. Eu já estava pra lá de satisfeita quando bem no finalzinho, ele surge, sem dizer uma palavra: Henry. É ou não é pra causa ataque cardíaco em qualquer um? Reta final emocionante se faz assim, que é pra deixar todo mundo com gostinho de quero mais.

Eu costumava dizer que nunca conseguiriam arrumar para Betty um par tão perfeito quanto Henry. Depois, paguei a língua com a aparição de Gio e, desde então, estou dividida entre os dois e nunca fui realmente capaz de escolher, assim como Betty. As circunstâncias fizeram com ela perdesse os dois e a história romântica da personagem nunca mais foi a mesma. Afinal, quem não se lembra dos desastres de carisma que foram Jesse e Matt, esse último, com alguma recuperação tardia na trama?

Para os produtores e roteiristas, a aposta nesses dois rivais é garantia de que a grande maioria do público ainda fiel à serie, fique satisfeita com o final. Para os que sempre torceram por Gio, digo que infelizmente, não deu. A aparição foi ótima e apimentou o episódio com as clássicas provocações entre ele e Betty. Tive aquele pensamente de que talvez, fosse a chance dos dois ficarem juntos, mas, apesar de toda a empolgação que a volta deles pudesse causar, ficamos sabendo que Gio está noivo e feliz, embora ainda acompanhe de perto a vida da ex e a guarde no coração.

O encontro, que acontece durante a despedida de solteira de Hilda, em Londres, não poderia começar melhor, com Betty pagando peitinho no bar, alucinada de tanta cerveja. A despedida foi doce e fechou um ciclo que parecia ter sido deixado em aberto para sempre. Aliás, essa bebedeira de Betty ainda rende. Não fosse o alto nível alcoólico, ela nunca teria ligado para Henry, convidando-o para ser seu par no casamento de Hilda. Alguém dúvida que ele vai aparecer? Mal posso esperar para ver.

A aparição de Cristina também foi ótima para fechar a história da melhor amiga de Betty, que aposta firma na carreira de estilista, está fazendo sucesso e vive feliz com marido e filho. Amanda, que fica maravilhada com o crescimento de Cristina decide apostar na carreira de estilista também e está pronta para sair da Mode. Hilda, que só curtiu a despedida, me chocou um pouco e deu péssimo exemplo às grávidas, bebendo feito louca o episódio inteiro.

Em New York, muitos dramas. O primeiro, até estranho. Justin não pode realmente achar que a família não sabe e nunca desconfiou de que ele é gay. Essa não cola. O pobre Bobby fica boquiaberto ao flagrar o enteado aos beijos com o namorado, mas até que leva numa boa. Até o momento parece que Justin é a pessoa que tem mais preconceitos a superar em relação a si mesmo, já que a família Suarez parece bem aberta em relação ao tema.

E ainda tem Marc. Morro de peninha dele, solitário, mas depois, lembro de todos os namorados que ele dispensou por orgulho besta. Vai aprender do jeito mais difícil, como se vê.

Wilhelmina inicia mais um plano infalível para dominar a Meade Publications e não mede esforços. Invade reunião do AA, conta histórias de um vício que não tem e envenena Tyler contra Claire e Daniel. Fosse só isso, tudo bem. Mas Daniel prova que é mesmo um estúpido quando cai no jogo mental de Willie e numa mistura bombástica, oferece dinheiro e conta a Tyler sobre Cal Hartley. Tão perto do fim, Wilhelmina não desiste e, quem sabe dessa vez, tenha algum sucesso.

Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Dan Artimos disse...

dá até um nó na garganta imaginar o fim de Ugly Betty agora que a série está fantástica...