domingo, 13 de dezembro de 2009

Fringe 2x10: Grey Matter

Um dos grandes mistérios de Fringe vem à tona em mais um episódio pra lá de interessante. Sou suspeita para falar, porque, de fato, estou adorando essa segunda temporada. Apesar da minha opinião ter sido sempre positiva, há quem não esteja gostando dos rumos da história e achado tudo muito chato. Porém, como opinião é uma coisa pessoal, deixemos isso de lado e falemos de 'Grey Matter', vulgo, matéria cinzenta, o popular cérebro, que é, realmente onde se escondia um enigmas da série.
Que atire a primeira pedra quem nunca se perguntou como um cientista genial como Walter Bishop pode ser tão inteligente pra algumas e tão tapado para outras. Na verdade, Walter é quase infantil. Uma criança grande com super-cérebro. Depois de passar 17 anos numa instituição para doentes mentais , ele, apesar de não conseguir memorizar um número telefônico, continua um verdadeiro poço de conhecimento.
Dessa vez, descobrimos o porquê. Walter sempre foi um cientista ousado, experimental e acumulou tanto conhecimento que se tornou perigoso. Sabemos que ele é um dos pontos principais e o grande elo de ligação entre a maioria dos casos da Fringe Division, mas nunca pensei que o cérebro dele, ou melhor, pequenos pedaços dele, fossem a causa de tudo.
Quando um paciente mental - que inclusive é Tachter Grey, o pai da Meredith de Grey's Anatomy - é encontrado com o cérebro exposto, Olivia e Peter descobrem que ele era, na verdade, uma espécie de hospedeiros e pedaços de cérebros alheios. Através da lista de pacientes do Dr.Paris, o médico em comum que atendeu a todos, eles descobrem que, depois de alguns anos, os pedaços de cérebro, guardados em outros cérebro para manter o material vivo estavam sendo retirados. Como Walter estranhamente recebeu visitas do mesmo médico durante sua internação, uma ressonância magnética prova que a teoria de Peter estava certa e que os pedaços implantados em outras pessoas eram, na verdade, do pai. Claro que essa experiência afetou a vida das pessoas profundamente, de forma que cada um desenvolveu um tipo de "loucura", já que acabavam misturando suas memórias pessoais às de Walter.
Quando percebem isso, porém, já é tarde. Water já está nas mãos de um dos homens que Olívia conhece por estar na lista dos cabeças implantadas, aqueles que podem destruir o mundo e sobre quem William Bell a alertou contra.
Walter também teve o localizador arrancado e, uma vez conectado aos pedaços de seu cérebro, volta a ser o homem que foi antes dessa experiência. A mudança na personalidade e no modo de agir é falar é impressionante e, apesar dele parecer firme e até mesmo atrevido, não ousa brincar quando o assunto é Peter. Entrega aos homens tudo sobre o portal para a outra dimensão e é deixado para morrer, atacado por uma toxina.
Olívia, que mata todos os homens envolvidos, menos um, precisa escolher entre salvar a vida de Walter ou seguir em frente com seu trabalho. Ela precisa decidir rápido e opta por deixar seu prisioneiro ir embora, conseguindo a ordem correta do uso dos medicamentos que paralisam a ação da tal toxina.
A grande surpresa porém, ainda não veio. Em mais um check-up, após passar por tanta coisa, Walter lembra do dia em que removeram seus pedaços de cérebro. Sua sabedoria é uma arma e Dr. Paris, mais conhecido como William Bell, não pode deixar que tanto poder caia em mãos erradas. Isso, é claro, se existem as mãos certas.
Comentários
1 Comentários

Um comentário:

Anônimo disse...

Eu ja achava Wbell muito suspeito, agora me convenci que ele é do mal. Se era para detonar as memorias do Walter, não seria mais facil destrui-las do que ferrar tanto com ele como com os outros tres? E como sera que os transmorfos vem para nossa realidade, se eles precisam da indicação do Walter para abrir um portal? Gosto d+ de Fringe, mas são tantas as teorias que da receio que os roteiristas não deem conta do recado.