KATHERINE HEIGL TERIA PEDIDO PARA IZZIE MORRER EM 'GREY'S ANATOMY'.
A doutora Izzie Stevens, que está irritando muitos fãs de "Grey's Anatomy" graças ao seu romance com George na quarta temporada, talvez vá mudar de profissão... Será?
Segundo o polêmico tablóide National Enquirer, Katherine Heigl estaria querendo sair da série que a lançou ao estrelato para se dedicar exclusivamente ao cinema.
A informação veio de um suposto amigo da atriz, que ainda deu detalhes sobre como ela gostaria de encerrar a participação na série. Katherine teria sugerido aos produtores de "Grey's" que matassem a Dra. Izzie "de forma bem dramática para que a saída possa dar bastante audiência".
Esse mesmo amigo não identificado jura que se os produtores não a deixarem sair da série, Katherine vai entrar na justiça para "uma batalha legal feia."
Recém-casada e com dois filmes de sucesso no currículo, "Ligeiramente Grávidos" e "Vestida para Casar", Katherine só agora estaria se sentindo confiante para largar a TV.
FONTE: Séries etc.
A solução seria cancelar a série. Na boa. Ela ja perdeu o gás, ja perdeu a essência desde o início. Agora pode terminar. Casa logo a Meredith com o Derek e cancela.
Depois de um tempo ausente dos posts por preguiça e pendengas pessoais estou de volta. Volto dizendo que começei a ver a segunda temporada de Gilmore girls. Bom, ela começa no dia seguinte a noite em que terminou a 1ª. Então, do dia para a noite muitas coisas mudam. O Luke's ganhou uma reforma, mais rapida que o Lar Doce Lar do Luciano Huck (pois foi numa virada de sol, como eu disse). Sendo que teve um episódio inteiro sobre apenas uma pintura no estabelecimento. Reparando bem, desde o primeiro episódio, muita coisa mudou no Luke's.
O Dean ganhou um bronzeado. Acho que foi um banho de lua. A mansão dos Gilmore mudou bastante tbm, outra reforma a jato. O Inn também mudou a cozinha, etc etc e etc. Sou muito chato com essas continuidades. A Lorelai me parece mais calma, e menos ácida que na temporda passada. E o resto continua o mesmo. Quando terminar eu dou o parecer geral sobre os episódios.
Quanto as pendengas pessoais posso dizer que a vida nao é tão glamurosa quanto a dos seriados. Principalmente os seriados médicos. Dando uma resumida: minha avó encontra-se hospitalizada. E eu tenho ido fazer algumas visitas, indisponibilizando meu tempo (que é longo) para ver as séries. Outra noite estive no hospital durante umas 4 horas, e nem de perto me senti em Grey's Anatomy, ou qualquer outro. Digo Grey's por que o caso da minha avó seria muito bem resolvido pelo Dr. Shepard e pelo Dr. Burke.
Durante a estada lá, não vi nenhum residente ou interno (talvez por não ser um hospital escola). Médicos nem perto passavam dos doentes. Enfermeiras mal e mal faziam seus serviços. Pegação e fofocas internas, nem ameaça. Não teve nenhum momento de pavor com a equipe médica correndo para salvar pacientes que tem parada cardíaca. Enfim, uma semi desilusão com o mundo médico que as séries nos apresentam, tão movimentada e interessante. Mas por outro lado, ainda bem que nada aconteceu.
Enfim, aos poucos voltamos à nossa programação normal.
Eu andava me perguntando onde é que estava a psicótica Colleen, de Nip Tuck. Pois bem, minhas dúvidas foram sanadas no episódio 5x14. Aliás, várias dúvidas.
Júlia foi baleada. Esteve inconsciente, mas saiu do coma. Detalhe: com amnésia. Um clichê que eu não esperava ver em Nip/Tuck, mas tudo bem. Éden por enquanto está a salvo de ser acusada de assassinato.
Episódio bem nervoso foi esse. Sean está às voltas com os contras de ser famoso. Agora é vítima de paparazzis que querem saber tudo de sua vida.
Além disso Colleen, o grande destaque dessa temporada na minha singela opinião, está perseguindo o cirurgião. Aparece na clínica, se emboca como figurante em Hearts and Scalpo's. Tudo isso mesmo tendo uma ordem de restrição contra ela.
Ah, e finalmente alguém deu por falta do ex-agente de Sean que foi assassinado por ela. O namorado do rapaz está preocupado com o sumiço. Pouco depois o corpo aparece no armário de Sean.
Matt continua enrolado no dilema com a nova irmã. Essa encrenca não acaba tão cedo.
Não faltou violência também. Além de Julia, Christian e Annie sofrem um acidente de carro enquanto fogem de paparazzis.
Para finalizar, vemos um Sean ensanguentado, esfaqueado pelas costas por ninguém menos que Colleen! Se ele vai viver? Sem dúvida.
Quem é que mataria um dos personagens principais assim? A não ser que resolvam que o Sean vai fazer uma nova modalidade médica: cirurgia plástica espiritual!
Depois de muito destaque em Maxxie, volta à cena Sid, o atrapalhado melhor amigo de Tony.
É verdade que a relação deles andava abalada desde o acidente com o ônibus, mas agora a coisa deve mudar.
Sid é sinônimo de desencontro.
Nada dá certo pra ele. Depois do divórcio, ele vive só com o pai, um cara mais atrapalhado que ele. A casa é um caos. Sujeira para todos os lados, bagunça é apelido. Enquanto isso, a mãe está de caso com um alemão.
Mas tudo vai bem entre Sid e Cassie não é? Não.
Cassie está na Escócia e durante um bate papo on line ele vê uma cena nada agradável: a namorada em trajes sumários, na cama com um cara. Seria cômico, se não fosse trágico. Ele desliga o laptop antes de poder ver que o amante de Cassie, na verdade é gay.
Sid é sinônimo de desencontro.
Para deixar a situação melhor, chega a visita imponente do avô, tios e primos. A Mãe de Sid finge que está de volta. O pai tenta desesperadamente a aprovação de seu próprio progenitor(linda palavra).
A coisa já estava feia o suficiente e eis que o namorado alemão bate o carro na frente da casa e faz aquele escândalo. No calor da confusão o pai de Sid expulsa todo mundo. Mas, se com o pai a relação está perdida, para o casamento dele ainda há esperança.
Infelizmente, ele não vive para ver os resultados da primeira vez em que tomou uma atitude na vida. Sid o encontra morto na sala. Fica tão desorientado que vai para a escola e não fala absolutamente nada. Apenas Tony percebe alguma coisa e fica com ele. O ajuda a tomar a atitude de ligar para alguém.
Sid se pergunta: O que eu vou fazer agora?
Ele pega um trem e vai procurar Cassie para resolver as coisas. Ao mesmo tempo, ela está voltando para Bristol para também resolver as coisas.
O episódio 5x09 de One Tree Hill foi assim, uma volta ao passado. Revimos cenas dos finados Keith e Jimmy Edwards e tivemos uma surpresa: Tim, ou melhor The Tim, ou Dim. O melhor amigo sumido de Nathan deu as caras. A gente nem sabia direito do paradeiro dele, já que de uma hora pra outra deixou de participoar da série.
Dessa vez, a mulherada toda acaba presa na biblioteca e, durante o primeiro jogo de basquete dos Ravens fica dificil arrumar um herói que as tire de lá. A solução que encontram é pedir pizza pela internet, único meio de comunicação viável no momento.
Com entrada triunfal, surge pelos corredores, ele- o entregador- ninguém menos que Tim.
Que pela esperteza que sempre lhe foi caracteristica, entra na biblioteca e fica preso também. No final, descobrimos que ele, na verdade, é espertinho. Sabia sair da biblioteca, mas se fez de besta pq estava com saudade da turma. Será que ele fica em OTH?
O episódio trata ainda de alguns acertos de contas. Entre Peyton e Lindsay, que estão em pé de guerra por Lucas. Mas, a coisa se resolve.
Previsão de encrenca, porém, para Nathan, que está resolvido a contar para Haley sobre o beijo que recebeu da babá slut Carrie.
Acabei agorinha mesmo a 1ª temporada de Gilmore girls, e se não fosse tão tarde, eu assitira o próximo episódio.
Então! Realmente me empolguei de assistir e agora vou até o fim. Final de temporada sempre deixa um gostinho de quero mais, para poder apagar tudo o que teve de ruim durante o ano todo.
GG é bom, mas as vezes peca um pouco. A Rory e o Dean terminarem por um motivo besta, por exemplo. Não sei porque os americanos implicam tanto com o fato de se dizer "eu te amo" a alguem. Várias séries já exploraram esse clichê. E GG não foi diferente. Rory não soube responder para a bendita frase do Dean e isso gerou o conflito da metade pro fim da temporada, o que foi interessante, pois aquele namorinho água-com-açúcar precisava mesmo de uma balançada. Mas o motivo é que foi fraco. Cade a mentira, a dissimulação? Se alguem diz eu te amo, retribui, diz que ama também e segue o baile. Americano tem trauma do I Love You...
Rory é a certinha, tudo bem. Estudiosa, tudo bem. Para pra ler em qualquer canto, até numa festa, nada bem. Quando sai, mesmo que vá à um baile, ela leva um livro na bolsa, nada bem. Quem em sã consciência levaria um livro pra uma festa, ainda, se a festa estiver muito chata, dá uma sentadinha num canto pra ler um livro?! Se liga Rory.
Pra alegria da Camila, o Chad é um grande panaca que só leva toco da Rory. hauahaua. Camila, sinta-se vingada.
E a Lorelai, um dia transa com o Max e no outro com o Christopher, e depois volta pro Max. E ainda se faz de apertadinha pro Luke. Eee laiá, tá saindo melhor que encomenda. E o suposto pedido de casamento? Como eu já sei como termina essa história, só posso dizer: pffff.
Amanhã começa a saga da Segunda Temporada. Podemos esperar o aparecimento do Jess, o desaparecimento do Chad, o não casamento da Lorelai, etc, etc e etc.
É fácil resumir o capítulo 5x13 de Nip/Tuck: INSANO!
Todo mundo está muito louco. Quer dizer, Christian e Sean são os mais normais da história no momento, para se ter idéia.
Júlia continua definhando no envenenamento especialmente preparado por Éden. Mas a coisa toda parece ter chegado ao fim, já que descobre-se que Julia está ingerindo altas doses de mercúrio, o que destrói órgãos internos e o sistema nervoso central.
Assim que vê o resultado ela associa as sopas, chás e o famigerado fruit cake ao envenenamento. Cai a máscara de Éden e, durante o confronto com a realidade, parece que alguém vai morrer, dessa vez, por causa de um tiro mesmo.
Quem será? Mistérios para mais Nip/Tuck.
Aliás, mistério também é o que aconteceu com a psicodoida Coleen. Da última vez que apareceu ela sangrava às pampas com os pulsos cortados na casa de Sean. O paradeiro dela é ainda desconhecido.
A última novidade é um rolo só e envolve Matt, aquele com dedo podre para relacionamentos.
Já teve lésbicas colegiais,atrizes pornô, a transsesual Ava, travestis, a naziztinha que esqueci o nome, Kimber...
Depois de quase morrer queimado ele se envolveu com sua conselheira, Rachel Ben Nathan, sobrevivente de um ataque de homem-bomba em Tel-Aviv, que ficou completamente desfigurada.
Na verdade, Matt está desesperado por respostas. Ele é inseguro, não sabe o que quer, está perdido e tenta se apegar desesperadamente a alguém que supra suas necessidades.
Ok, eu também estaria nessa situação se fosse um clone do Michael Jackson, mas ele exagera.
Fica furioso quando Rachel termina com ele e corre para uma das recentes pacientes de Christian: Amy.
E qual é o problema nisso? Nenhum mesmo, além de que a garota diz que acaba de conhecer o pai. Ninguém menos que Christian Troy, que por acaso é o pai biológico de Matt.
Um dos clichês clássicos, seja em séries, filmes, novelas ou similares é a 'babá que quer dominar o mundo'.
Em One Tree Hill, não é diferente. Nanny Carrie chegou com cara de boazinha, mas sinceramente nunca me enganou. Sempre achei que cedo ou tarde ela ia tentar alguma coisa pra cima do Nathan. Dito e feito.
Aproveitando a ausência de Haley, que rala na Tree Hill High School e ainda atua como produtora na gravadora de Peyton, ela vai destilando o veneno e aramando a teia.
Ganha o carinho do pequeno Jamie e se insunua para Nathan. Toma banhos de piscina nua, arma situações pra ficar sozinha com ele e no último episódio, tascou-lhe um beijo. Selinho, mas beijo.
Sou a favor de eliminarem ela logo.
Quanto aos demais: confusão.
Lucas e Peyton não se entendem. Brigam. Beijam.Brigam de novo. Resultado: Lindsay ganha um anel de noivado, de Lucas. Estaria tudo certo, se ele não tivesse tentado dar o mesmíssimo anel para Peyton, 3 anos antes.
Brooke continua á voltas com a mãe megera e tenta agarrar o bartender da Trick. Ainda sem sucesso na missão.
Mouth finalmente se livra da chefe mala para quem andava prestando serviços sexuais. Infelizmente ele descobre que não era o único boytoy da ninfomaníaca. Agora ele vai atrás de Millicent, assistente de Brooke. Melhor assim.
Desde o primeiro momento, eu sabia que era o Aaron!!! Ontem teve o 4º episódio da 4ª temporada de Lost (cabalistico, não?!). Centrado em Kate Ann Austen e mostrou o julgamento dela num futuro pós-ilha, vulgo flashforward.Neste momento eu não to lembrado mais do episódio, porque o final me cegou. Os segundos finais.
Em algum momento no início do episódio o Sawyer falou com Kate a respeito de ela estar grávida, o problema é que eu não lembro desta gravidez ter sido mencionada em algum outro episódio, talvez da temporada anterior, mas eu não lembro. Em outra cena, Clair e Kate estendendo roupas, e a Clair pede que Kate pegue Aaron no colo para fazer ele parar de chorar. Foi neste exato momento que eu descobri que era o Aaron. Só podia ser o Aaron. E eu fico tão feliz com a minha capacidade de descobrir os mistério por conta própria.
A história é que no flashforward do julgamento da Kate, todo o momento fala-se no filho da Kate. Filho que só poderia ter sido feito na ilha. E que provavelmente seria do Sawyer.Mas não!!!!
Kate não ficou grávida, Kate não mentiu para o Sawyer.
A cena final mostra ela abraçando o suporto filho dela e chamando ele de: Aaron.
Agora a pergunta que não quer calar: Kate roubou o Aaron de Clair?
E a maior de todas no momento: O que aconteceu neste maldito/bendito resgate?
Lost definitivamente é ótimo e a cada dia melhora mais e mais. Um dia ainda vou fazer um caderninho com todas as perguntas pertinentes sobre os mistérios de Lost, por que a série vai acabar e eu ainda não vou saber se todas as minha dúvidas foram respondidas.
Já estamos na metade né?! Só falta mais 4. Com o fim da greve vai até o episódio 13. E depois só em 2009.
Não que alguma vez a série tenha caído em algum clichê, mas realmente Sketch foi muito bom.
Desconfio fortemente que Skins tem um novo foco. Sai Tony, entra Maxxie, personagem muito pouco explorado na primeira temporada. Mas, agora, ele vem com tudo. Foi um dos focos do episódio 1X02- Tony and Maxxie e no mais recente ele esteve em primeiro plano novamente.
Desde o episódio anterior, quem viu, já se perguntava quem afinal, tirava tantas fotos do rapaz. Agora sabemos quem: Lucy. Ou melhor: Sketch, uma garota apagada, tímida, que esconde uma personalidade no mínimo doentia.
Ela persegue Maxxie. Tem zilhões de fotos dele grudadas na parede. Acompanha a rotina dele de sua janela. Sabe cada detalhe e cada movimento que ele fará. Anota tudo numa espécie de guia. Deixa presentes misteriosos no armário da escola, em suma: uma psicopata juvenil em crescente formação!
Durante a produção do musical escolar 'Osama'- um dos melhores trechos do episódio, com canções inacreditáveis sobre o imperialismo e os ataques de 11 de setembro- ela aproveita para se aproximar.
Na verdade, quer a vaga de Michelle, a atriz principal, mas o professor não dá chance a quem não é um modelo de beleza. Sketch só tem uma saída: eliminar todos os obstáculos. O primeiro a cair é o professor. Depois é vez de Michelle. Ela estaria próxima de realizar seu sonho de beijar Maxxie- que é gay. Isso se ele já não tivesse descoberto a obssessão da garota e tomado verdadeiro asco.
O beijo ela consegue na peça. E junto vem o desprezo de Maxxie.
Para finalizar ela destrói tudo e corre para o quarto do esquisito de plantão Anwar.
A coisa acaba numa cena impagável dele recitanto a filmografia de Hugh Grant para não ter uma ejaculação precoce. O ápice se dá com Bridget Jones. Infelizmente, ele nunca consegue chegar até Um Grande Garoto.
Bom, para variar um pouco, eu também comecei a ver as Gilmore Girls.
Era plano antigo, eu e o Diego (sim, não esqueçam que esse blog não é só meu, pq todos comentam os posts dele como se eu tivesse escrito!!kkkk) falávamos de fazer a tal maratona das GG e estávamos baixando faz tempo.
Não vou ficar comentando sobre os 3 primeiros episódios de novo. Não faz sentido.
Apenas vou reiterar que o Chad Michael Murray me persegue.
Toda série que eu vejo, vi ou verei ele é, foi ou será algum personagem.
Chad em Dawsons Creek
Só falta ele aparecer em Lost ou Grey's Anatomy. Porque em Gilmore Girls, Dawson's Creek e One Tree Hill ele já dominou. Será que esqueci de alguma?
Chad em Gilmore Girls, com Rory
Chad em One Tree Hill
Tb cheguei ao fim da Maratona Laguna Beach. Vi as 3 temporadas na última semana. Quase completei, os 4 ultimos episódios não se encontram disponíveis para download. Mas como estou falando de Laguna Beach: Dane-se!
Não faz a menor falta, na verdade. É apenas uma série pra se ver quando não há nada melhor para se ver.
Estou ainda no aguardo dos novos episódios de Lost e Skins, não aguento mais esperar.
Também devo começar a minha nova Maratona: Sex and The City.
Episódio piloto é uma coisa que não deveria existir nunca. Na verdade deveria sim. Serve pra apresentar personagens, os dramas, as histórias, as explicações que servem pro resto da série. Mas quase sempre há mudanças de cenario e estética dos personagens.
O episódio piloto de Gilmore Girls mostra a entrada de Rory na escola Chilton e também como começou a saga dos jantares de sexta-feira na casa dos Gilmore. Nesse início de temporada, a Lorelai da idéias de ser muito imatura e a Rory parece estar chapada. Tem o Michael que é engraçado e se perpetua engraçado por vários anos. A Sookie um tanto abestalhada, muito forçada. E tem o Luke querendo pagar de moralista a respeito dos cafés e da carne vermelha, mas ele tem uma lanchonete. Helloww!!!! O episódio termina numa sexta-feira, sendo que na proxima segunda, Rory começa a estudar em Chilton, que é o episódio 2.
Nesse passar de fim-de-semana, o cabelo da Emily cresceu, o Luke's recebeu uma bela reforma e mudou de lugar. Isso sem contar em outras coisas que passam despercebidas. É o problema do episódio piloto.
A Lorelai é viciada em café. Não tem uma cena que ela não apareça tomando café. Pode ser a explicação pra ela falar tanta coisa em tão pouco tempo, que chega a atordoar quem ta assitindo, mas mesmo assim é legal.
Ainda no episódio 2 tem o mala do Chad, que é o amor platônica da Camila. Tem alguma série que o Chad não tenha feito? E tem também o cara que vai instalar a ADSL na casa da Rory, e no episódio 3 é o cara dos cisnes e mais tarde vai virar o personagem fixo o Kirk. Odeio essa reaproveitação de atores, como se a gente que assiste nao ficasse ligado nesses detalhes. Tsc.
No episódio 3 a Rory vai jogar golfe com o Richard, seu avô. E a Lorelai tem um piti, mostando ainda sua infantilidade. Como é inicio de série e de temporada, eu dou um desconto, pq precisa ficar claro os pontos de vista dos personagens para a gente poder entender o enredo. Nesse episódio também da pra ver que a mansão dos Gilmore mudou, a entrada da casa não é mais a mesma. Tsc. O piloto estraga o ludico. hauahau
Hoje tem mais maratona GG, e aguardem novos comentários.
É oficial. Queridos Amigos é mesmo mais uma série pé no saco.
Depois da crítica do Diego não me sobrou muito o que dizer. Ele já lançou mão de todas possíveis piadinhas que eu faria e não quero ser pedante como a Maria Adelaide Amaral e ficar batendo numa mesma tecla. Eu poderia até falar que acho absurdo não ter a lambada do Kaôma (chorandooo se foiiiiiiii...) e canções do Beto Barbosa (Preta, fala pra mim, iscunda, cundê, cundô) na trilha sonora, afinal, esses eram os verdadeiros hits da época, mas não vou falar nada disso.
Porém, eu preciso destacar algumas coisas:
A primeira delas foi a pipoca de microondas. Isso numa época em que microondas era artigo raro e a pipoca idem. Em 1989 nós usávamos a boa e velha panela mesmo. Eu estava lá e sei como era. Inclusive a clássica propaganda do guaraná Antarctica, que data de 1991, já dizia: pipoca na panela, começa a arrebentar. Provando portanto, minha teoria. Tudo bem que o Léo é um judeu rico, mas cena de microondas em série dos anos 80 é meio over. Não vou me espantar se cedo ou tarde aparecerem uns celulares. Na Globo é assim. A finada novela Senhora do Destino que também teve uma passagem oitentista teve trocentos erros de continuidade e iverossimiladades às pencas.
Depois, quero dar parabéns a única coisa que realmente prestou: o travesti, 'noiva' do Benny. Achei que roubou a cena e foi o elemento mais agradável do capítulo.
A coisa da magia é pior do que a encomenda. Balões coloridos que surgem do chão e voam para o infinito. Coisa cafona. Epifania barata. Em suma: idéia de jerico.
Preciso dizer: o Léo me irrita. Adoro o Dan Stulbach, mas a coisa tá feia. Ele passou os dois capítulos soltando máximas da auto ajuda e com olhos marejados. Não há quem aguente. Pra mim ele é um Tonho da Lua sem a UUUtinhaaaa.E nem a Raquel. Infelizmente. Que essa já matava ele logo e acabava com toda aquela ceninha melosa.
Fiquei bem decepcionada. Tinha uma grande esperança em Queridos Amigos. Depois de tantas séries cabeça(oca, diga-se de passagem) como Pedra do Reino, e a saga Hoje é dia Maria, eu esperava algo estilo Anos Rebeldes. Aquilo sim era série boa. Dava vontade de ver. Agora, essa apelação, esse sentimentalismo barato? Por favor!
Tive o desejo de que todos os personagens tivessem sido exilados para todo o sempre. Talvez na ilha de Lost, mas que fossem mortos pelo Lostzilla, pra ninguém ter de aturar essa lenga lenga e esse saudosismo dos porões da ditadura. E olha: eu adoro essa parte da história do Brasil. Acho que doi um dos poucos momentos em que o povo teve colhões. Então, meus queridos amigos, sinto muito, mas pra mim, já deu o que tinha que dar. Desliguei por tempo indeterminado, a minha televisão. Mas antes, relembremos a propaganda genial Pipoca e Guaraná, que essa sim, vale a pena ver de novo!
Ontem teve a estréia da minissérie "Queridos Amigos" na Rede Globo. Há muitos anos as novelas deixaram de agradar aos meus olhos. Na verdade não lembro qual foi a última que me empolgou, talvez a reprise de A Viagem.
Mas o negócio é que, a princípio, essa minissérie tinha tudo pra me cativar. Tinha o tema da pós-ditadura, que eu gosto. Tinha anos 80, porque eu não aguento mais ver novela de época na década de 1920 ou algo do gênero. Não tinha Acre, nem Amazônia, nem ferrovia no meio do mato. Mas tinha a Maria Adelaide Amaral.
O problema das produções brasileiras, em geral as minisséries, é que elas querem fazer algo poético, lírico, intimista, sentimentalóide e no fim vira uma baboseira só.
A única coisa que prestou no capitulo foi a sequência inicial (lê-se até onde o carro do Dan Stulback cai no rio). Aquilo não parecia ser Globo, tava muito bem feita. Mas depois também, foi clichê atrás de clichê.
O Dan (Leo) é um escritor que ta na capa da gaita (lê-se morrendo) e quer reunir os amigos pra o que eu ainda não sei. Passa o capítulo inicial atrás das antigas amizades, a quem ele define como sendo sua família. Pfffff A Débora Bloch (Lena) é uma artista plástica (?) que fez cagada no passado e agora a filha ignora ela. Pffff. Sem contar que em pleno 1989 e ela usa calça de cintura baixa. Cade o centropeito? Cade as ombreiras? Cade o verde limão, o laranja, o rosa pink? O personagem do Bruno Garcia veio direto de Coração de Estudante. Quem vê a novela sabe o drama desse personagem novo. Tem o comunistazinho chato. Tem o que gosta da antiga amiga, mas nao quer largar a mulher. Tem a astróloga. Tem a mãe 'moderna' que tem como filho: Chico, Caetano, Gil e Betania. (quer coisa mais clichê que isso?)
Em resumo: achei chata. Mas vou ainda dar um crédito e tentar assistir pra ver se me empolga. Espero que tenha algum flashback dos anos 60-70 pra tornar a coisa mais divertida.
...uma série que, na verdade, não faz muito meu perfil ou meu estilo, apesar de eu ser uma adoradora confessa de séries teen.
Peguei o box da primeira tempora e vi tudo entre sábado e domingo. Coisa rápida, os capítulos são curtos. Como já disse, baixei as demais temporadas pra minha amiga Alessandra( que adora ser citada nos blogs) e aproveitei pra conferir, afinal não ia me dar ao trabalho de fazer 30 downloads e não assistir nada.
Logo de cara já vi o pulo do gato. A abertura promete cenas e fatos reais. Balela.
O Stephen, um dos teens de Laguna Beach é ator mesmo.
Fez inclusive, participação na 4ª temporada de One Tree Hill, como Chase, rapaz do Clean Teen, grupo que apregoava a virgindade e castidade adolescente. No final a castidade dele evapora num romance com Brooke Davis. A novidade é que nesta 5ª temporada de OTH ele deve reaparecer.E nem adianta me dizer que isso foi fruto da aparição em laguna. è ator e ponto. Não venham me fazer de trouxinha!! Mas isso não importa. O que importa é que o rapaz é bem bonitinho.
Então, apesar da lorota tamanha, eu vi. É legal. Nada de outro mundo. Apenas cumpre o que promete: mostrar a 'vida' de adolescentes de Orange County.
Aliás, fixação americana mostrar isso. Nunca vi fazerem tanta série de uma coisa só.
Mas tudo bem. O Brasil também tem mania de fazer série de favela.
Foi muito por acaso que eu (pelo menos) comecei a ver Pushing Daisies.
Nessa minha vida de viciada em série( e em muitas outras coisas) basta que alguém me diga uma facilidade ou de talhe interessante pra eu mergulhar de vez no negócio.
Então, sexta feira o Diego me diz que pegou Pushing Daisies. Coisa fácil. Nove episódios, Molezinha.
Lá fui eu, fazer os downloads.
Até agora vi 3 episódios. Gostei e vou acompanhar, já que descobri que ainda não foi encerrada, quebrando a promessa que fiz a mim mesma de não me meter com nenhuma outra série em andamento.
Mas, apesar de ter achado a proposta boa, não creio que a série sobreviva além da segunda temporada. Em resumo:
Pushing Daisies (ainda não saquei qual é a do nome) conta a história de Ned, um homem capaz de trazer pessoas mortas de volta à vida através do toque. As pessoas que ele toca contudo, só podem ficar vivas por 1 minuto, e se não morrerem novamente, alguém próximo morre. Ned decide usar sua habilidade para resolver crimes. Ele e um investigador local, trazem vítimas de assassinatos de volta à vida para descobrir quem as matou, e assim ganhar o dinheiro de possíveis recompensas. Mas quando Ned devolve a vida a um antigo interesse amoroso, as coisas começam a ficar complicadas. Além disso, Ned é um PieMaker(Fazedor de tortas excelente)!
A série, como naõ poderia deixar de ser é bem surreal e não se pode tentar assistí-la com ceticismo. É uma dessas bem Além da Imaginação, interessante sim, mas confesso, não muito surpreendente.
Classifiquei Pushing Daisies como uma Veronica Mars of the Living Dead.
Obviamente, guardadas as devidas proporções.
Devo ainda dar destaque à produção, excelente, e ao narrador Jim Dale, que definitivamente é um dos pontos fortes da série.
Então, se você é chegado num surrealismo, Pushing Daisies é a pedida!
Ellen nasceu em Boston, em 1969. Calista em Illinois em 1964. Mas poderiam muito bem ser gêmeas, ou apenas irmãs. O sorriso, as bochechas e os dentes não negam a semelhança. A chatice de suas personagens também.
Ellen é Meredith Grey na série médica Grey's Anatomy e vive um romance vai-e-vem com McDreamy. Tinha mãe com Alzheimer que não reconhecia ela. O pai sumido, e quando aparece dá uma bofetada nela. Enfim, puro dramalhão.
A Calista foi conhecida por Ally McBeal (olha o Mc ai), que eu não tenho nem idéia de como era a série. Atualmente esta no drama familiar Brothers & Sisters como Kitty Walker, é uma irmã chatinha, metida em politica (em todos os sentidos pois namora um senador), que mandou o irmão mais novo pra guerra e etc. Dramalhão.
Este é mais um caso de "Separados na Maternidade".
Desculpe quem ainda não viu, ou quem não queria saber.
Mas eu precisava falar: Tony não morreu!
Passei meses em suspense, louca pra descobrir se o ônibus tinha destruído com o melhor de todos os Skins.
Para minha alegria, o episódio de 2x01 de Skins logo mostra o Tony.
Mas claro, não o bom(bom?) e velho Tony.
O novo Tony não tem mais perspicácia.
Por causa do acidente está mentalmente lerdo. Teve traumatismo craniano.
Ele caminha, mas mal pode usar as mãos e se virar sozinho.
Não é mais aquele provocador, egoísta, cínico.
Tony depende dos amigos agora. Pelo menos daqueles que estão disponíveis.
E o mais próximo, no momento, é Maxxie.
Ele dá força, apoio, incentivo.
Enquanto isso, tem de lidar com seus próprios dramas: o preconceito que sofre por ser gay e a expectativa de seguir uma carreira em dança, largando a escola.
A temporada promete.
Por isso, quem ainda não viu Skins, comece. São apenas 9 episódios da 1ª temporada. Fácil de ver.
A moda pegou mesmo! Tanto que até o Sayid está usando. A ditadura dos cabelos lisos pegou o iraquiano de jeito e destruiu os emaranhados cabelos de Sayid Jarrah. Impressionante como de um capítulo inteiro isso foi o que mais chamou a atenção.
Um torturador, um assassino, um cara capaz de enfiar pedaços afiados de bambu embaixo das unhas alheias para obter uma informação, um mito do sangue frio e ele me vai e me faz uma chapinha no pirucão. Caiu no conceito.
Mas, brincadeiras à parte, bom o episódio 4x03 de Lost. Nem preciso falar que o personagem central é Sayid. Vemos seu futuro, como uma espécie de matador de aluguel. Como sempre, ele cai nas 'armadilhas do amor' . Se envolve com quem devia matar, toma bala, sofre, mas continua vivo. Por que Sayid é sentimental, mas não burro a ponto de morrer por isso. Ao final, descobrimos que ele trabalha para Ben, em um futuro próximo e fora da ilha.
Logo, temos mais um dos Oceanic 6: Kate, Jack, Hurley e Sayid. Faltam apenas dois pra completar a lista.
Também fui lá fazer meu Çóier Nickname....expectativa e...
Desisto de comentar Lost. A única coisa que eu poderia falar, é contar sobre o episódio, mas esse quem viu, viu. E não precisa de resumo. O que pega é que eu não entendo mais Lost. Não sei que rumo ta indo e todas as pontas deixadas, eu não tenho nem noção de onde vão se ligar.
Fãs de Lost ja se acostumaram a achar pistas até em espirro de gato. Então a gente começa a ver os episódios com um pé atrás (ou os dois).
No 4x02 qualquer movimento do pessoal do barco já deixa todo mundo de olho arregalado. E eu vou só engolindo as informações. Não sei de quem é aquela foto quando o ghostbusters entra na casa da velhota. Não sei o que quer dizer aquele colar da Dharma. Não sei quem é o Outro que tá no barco (acredito que seja o piloto bêbado). Não sei o que a Naomi pretendia. Tá cada vez mais confuso.
Já no 4x03: também não entendi nada. Não sei qual a ligação do Ben e do Sayid fora da ilha. Não sei quem eles estavam matando e o porque. Também não sei onde que o Sayid fez a chapinha no cabelo. Só sei que foi bem bonita a cena deles saindo da ilha, com aquela musica ao fundo. Muito emocionante.
Quanto aos outros fatos eu também não sei o que vai acontecer. É esperar pra ver né?! Mas esse é o bom do Lost, não ter idéia do que vem pela frente.
Outro dia falei que qualquer coisa além de Nip/Tuck era conto da carochinha. E é.
Assisti aos 12 episódios da nova temporada que estão disponíveis.
Chego sempre à conclusão de que elemento surpresa é com eles mesmo.
Descobri que a Éden não é de nada. Pelo menos se comparada à Colleen.
Cara de boazinha, jeito de boazinha. Estilo ursinhos carinhosos.
Digo...ursinhos assassinos.
Não entendeu? Explico!
Nem precisa pedir ajuda às placas ou aos universitários.
Um belo dia Sean está em sua brilhante atuação em Hearts and Scalples. Surge Colleen. Cabelos branquinhos da vovó, óculos enormes dos anos 80 e uma proposta para agenciar a carreira de ator de Sean McNamara. Sem mais, ele aceita. Grande Erro!
Ela é totalmente psicótica. E logo dá mostras de sua obsessão pelo médico.
Faz de tudo. Insinuações, plásticas e pasmem: ursos de pelúcia.
Sean acha estranho, mas como sempre, deixa a coisa como está.
Quando aparece um novo agente interessado nele, a boa senhora mostra a face.
Convida o rival para sua casa. Dá-lhe uma garrafada na cabeça. Amarra numa cadeira. Num golpe de mestre(dos horrores) enfia-lhe um cano garganta abaixo e mata o rapaz só no echimento da pelúcia. Pra finalizar, prega dois olhinhos castanhos. Doce Senhora. Ou melhor, Cookie, como ela carinhosamente chama as pessoas.
Abaixo, segue a tal cena. Destaque dos destaques dessa temporada. Enjoy!
Foram praticamente 7 dias de ausência virtual. E nesses 7 dias a vida dá voltas. Agora sou um desempregado. A formatura foi muito ótima, festa idem, etc idem. Mas estou desempregado. E isso deprime as pessoas, ainda mais quando você fica sem internet. Mas pelo menos restou a tv a cabo, que ajuda bastante.
Nessa ausência toda, consegui rever e rever o final da 3ª temporada de Grey's Anatomy. Obra prima. Tirando a chatice Izzie-George, Cristina é foda, e muito boa mesmo levando fora. A música final do episódio, que arremata tudo ta aqui em baixo:
Nesses momentos, only we can do is keep breathing, não é mesmo minha gente.
Também estou tendo o prazer de acompanhar o início de Grey's Anatomy pela Sony. Estou achando ótimo mesmo dublado. Meredith com voz de Teri Hatcher, Derek com voz de Adam Sandler. Mas mesmo assim, vejo ao meio-dia e sempre vou as 19h ver o legendado. Nossa, como é bom Grey's né?! Um dia ainda vou comprar o box, vou sim!!! Quanto a estréia da nova temproada, eu ja tinha assistido. É bem engraçado eles querendo ser os novos Nazi. Mas não vou falar disso.
Desperate Housewives também está na reprise, mas esse eu ando meio passando batido. Elas são chatas na verdade. Eu vi o ep. inicial da 4º temporada. Foi legal, mas me incomoda aqueles mistérios que obrigam a gente a acompanhar toda a temporada. Não vou me apegar não. Talvez quando cancelarem. Adoro série cancelada hehehehe.
Ainda na TV a cabo, tá passando chamadas de Pushing Daisies, achei muito legal, e ja estou baixando. O bom é que tem 9 episódios só, então essa eu verei.
Vi um tanto de Gilmore Girls (6ª temporada) na Warner. As vezes me empolga, outras não. Que duvida cruel.
Uma madrugada dessas eu peguei Veronica Mars - A Jovem Espiã no SBT. Que subnominho brasileiro hein?! Até parece coisa de Silvio Santos. O episódio era o fim da 2ª temporada. A dublagem não me empolgou e eu nao lembro nem que dia era da semana, só sei que ei fiquei acordado até as 4 e 30. Não verei. É incrivel como a dublagem descaracteriza os personagens né. Vide Grey's e Veronica Mars.
Também consegui me atualizar na Maria do Bairro. É bem bom ver as coisas toscas que estão pelo mundo. Eu dou bastante risada.
E o BBB? não consegui ver a eliminação, tava numa festa. Não consegui ver quase nada. E é chato acompanhar só pela Globo. Agora segue o barco.
Eu vi Borat no Telecine. Achei meio armação-sem-noção-engraçado. Ponto.
Ainda não vi Lost direito. Já baixei o 2 e o 3. Mas não vi. Também não vi o 3 ao vivo. Logo verei e comentarei.
Nesses dias de férias forçadas de verão, minha rotina era composta basicamente de: até as 12h: dormir 12h: Grey's dublado 13h: Desperate Housewives 14h e 15h: Video Show + Coração de Estudante 16h: Gilmore Girls 17h Maria do Bairro 18h: confraternização com a família e um possivel seriadinho sem compromisso. 19h: Grey's legendado a partir das 20h: o que vier.
Eu voltei, depois de uma semana de sufoco com a internet pifada, que na verdade era só desconectar o cabo e reconectar. Modernidade tem dessas coisas né?!
Bom, logo teremos mais post sobre o que vi, não vi, quero ver, cansei e afins.
Só para informar: a enquete ao lado está encerrada. Estava eu, lendo o jornalzinho bagacero da minha cidade, o Diário de Santa Maria. Nele tinha uma notinha sobre o inicio da nova temporada de Lost, e não é que tinha um spoilerzinho sobre quem saiu da ilha?! Pois é, eu que tanto lutei pra fugir dos spoilers acabei descobrindo quem são os Oceanic Six pelo jornalzinho fulero. Voticontá hein...
Abraços e hoje tem Lost ao vivo. Alguem quer o link?!
PS: se alguem tiver um emprego pra me dar, eu aceito.
E dessa vez a culpa é da Éden. Uma adolescente que para muitos seria a visão do paraíso-fazendo livre uso do trocadilho-mas que pode significar o inferno.
Para quem não sabe, Éden tem 18 anos, é filha da namorada de Júlia e mexe com a cabeça de todo mundo. Ela começou com Sean. Ele fingia detestar, mas no fundo só pensava mesmo em traçar a menina.
A próxima vítima foi a pequena Ann, filha de Sean e Júlia, que agora não é mais uma, digamos assim, menina inocente.
Com Christian ela se deu muito mal. E acabou indo parar numa clínica de reabilitação para viciados em remédios.
Agora, é a vez de Júlia, que de pedaço em pedaço-literalmente- vai acabar envenenada.
Quem ainda não caiu nas garras de Éden é Matt. Mas esse já está bastante encrencado. Uma bebê recém nascida, casado com uma ex-estrela pornô que está voltando ao mercado(Kimber) e viciado em metanfetamina. Isso já seria o suficiente. Mas Kimber o abandona e vai viver com o dono do estudio de filmes pornôs levando a filha junto. Matt então resolve 'brincar' de cientista louco e bota fogo no apartamento tentando produzir drogas. Ele quase morre queimado, mas ao que tudo indica isso será sua verdadeira salvação.
Enquanto isso, Christian e Júlia(que não decide nunca o que quer) começam um caso que acaba descoberto por Sean.
Ontem vi mais 2 episódios de Nip/Tuck, comento mais tarde. Peguei emprestados 2 boxes da minha amiga Alessandra- Sex and the City (1ª) e Laguna Beach (1ª)- Ela quer que eu baixe e grave em DVD as outras temporadas de laguna..e já que vou ter que fazer o download mesmo, aproveito e vejo também, apesar de isso estar totalmente fora dos meus planos para o momento. Baixei também o que faltava de Ugly Betty. O que faltava de Grey's Anatomy e ainda estou fazendo minha pasta das Gilmore Girls, que começaremos a ver e comentar em breve. Ainda hoje vou pegar o Skins 2x01e terminar o dia em mais Nip/Tuck.
Estava com saudade de Nip/Tuck. De verdade. Fazia tempo que ensaiava começar a 5ª temporada, mas sempre adiava.
Mas agora isso acabou. Ainda ontem assisti aos dois primeiros episódios e como sempre não pude desgrudar minha atenção de todo aquele cinismo que ronda a série.
Nip/Tuck não é uma série para fracos. Ela exige que você esteja pronto para ver de tudo. Essa é uma série sem meios-termos. Não existe 8. É sempre 80. Ou mais.
Mas vamos ao que realmente interessa.
A nova temporada tem uma mudança de ares. Goodbye Miami. Hello Los Angeles.
Depois que Sean McNamara deixa tudo para trás, Christian Troy acaba indo atrás do bom e velho companheiro de bisturi. Eles agora pretendem abalar as estruturas de Hollywood, mas inicialmente, os abalados são eles.
Sem clientes- pois em LA todo mundo parece já ter seu próprio cirurgião plástico- os dois dividem um apartamento com o pequeno Wilbur.
Logo partem para as incríveis técnicas de marketing de Christian- que acredita que seu sex appeal é tudo ( tá eu acho que concordo), mas...nada.
Eles encontram então uma publicitária e é partir daí que a coisa muda. Entram como consultores numa série de tv sobre cirurgias e a clínica começa a encher. Estaria tudo bem se Christian não tivesse seu ego ferido pelo sucesso de Sean em sua participação na série. No auge do desespero por atenção faz fotos em poses e cuecas ridiculas e acaba numa revista.
E isso já seria o bastante. Mas Julia tem uma novidade: seu novo amor.
Depois de investir no anão que era babá de Connor ela muda de mercado e começa a investir na, digamos assim, bolsa feminina de valores.
Destaque para a cena em que Sean e Christian debatem os apelidos lésbicos de Júlia depois de encontrar ela e a nova namorada, Ollie, num bar.
A famigerada calçada da fama, como não poderia deixar de ser, já dá o ar da graça, na impagável disputa de Marilyns Monroe, uma querendo ser mais siliconada que a outra. Aliás, nem preciso dizer na cama de quem elas acabam, não é?
Façam suas apostas. A famigerada greve dos roteiristas terá finalmente seu desfecho amanhã? Há quem já dê o assunto por encerrado, mas sinceramente, eu só acredito vendo.
E de preferência vendo minhas séries favoritas de volta a todo vapor.
Conforme eu havia dito, terminei a semana cumprindo a minha meta de encerrar a 4ª Temporada de One Tree Hill e iniciar a 5ª.
Pois bem, eu consegui!!(Iupiiii)
E já tenho minhas impressões sobre os episódios. Já vi do 5x01 ao 5x06.
Basicamente, a coisa começa nebulosa. O primeiro capítulo mostra como deixamos os personagens há 4 anos atrás, quando ainda estavam saindo da escola e indo pra faculdade.
Tivemos um salto no tempo, o que eu considerei positivo, já que as séries escolares que pulam pra ambientes de faculdade tendem a perder o rumo.
O que vemos é um triste retrato de 'fracassos', dificuldades e insatisfações. Ninguém está feliz.
Vejamos a situação de cada um:
Lucas:De volta a Tree Hill, ele se torna treinador dos Ravens( a equipe de basquete da escola). è um escritor que teve sucesso no primeiro romance mas capenga com o segundo, por conta de 'bloqueio criativo'. Namora sua editora, mas não dá pra botar muita fé no amor deles não.
Peyton:Depois de 4 anos em Los Angeles, tudo que ela conseguiu foi ser assistente da assistente do presidente da gravadora onde trabalha. Ela não é ouvida e não consegue emplacar uma banda que sugere. Está sozinha e infeliz. Decide voltar à Tree Hill.
Brooke:Essa se deu bem profissionalmente com sua grife Clothes over Bros. Infortunadamente não se pode dizer o mesmo de sua pessoal. Ela não está satisfeita com o que conquistou. Sente que falta alguma coisa. Também volta à Tree Hill para acompanhar e ajudar a amiga Peyton. Sem falar que assim, se livra da mãe, uma mala sem alça de marca maior.
Nathan:Prestes a realizar seu sonho de jogar profissionalmente pela NBA ele se mete numa encrenca de bar e acaba sem os movimentos das pernas. Agora ele está numa depressão sem fim, amargo, bêbado e distante de Haley e de seu filho Jamie. E meu Deus: Que cabelo é aquele? Tesoura Já!
Haley:Apesar do caos que se tornou sua vida depois do acidente de Nathan, ela continua firme, cuidando do filho, da casa e trabalhando como professora de inglês na Tree Hill High School. A carreira musical foi deixada de lado.
Mouth: O narrador oficial dos jogos do Ravens está desempregado. Além disso, continua em seu drama -vc pensa que é bonito ser feio- já que não consegue trabalho de repórter em Tv por causa de sua aparência.
Skills:Esse continua na boa. Totalmente sem noção, ele é assistente de Lucas nos treinos de basquete.
Dan Sott: Continua preso e esquecido atrás das grades pela família.
Jamie: O filho de Haley e Nathan é uma graça. Esperto e com um talento precoce para basquete.
Infelizmente, alguns personagens devem mesmo ficar de fora.
Karen e sua filha Lily nem deram as caras, só são mencionadas por cartões postais. Senti falta delas.
Deb também foi engolida pela terra. Nem o paradeiro temos.
Eu poderia falar muito mais. Mas depois comento o desenrolar da história por aqui.
Até o momento a coisa segue interessante. Espero que continue.
Acho que o reinicio de temporada de Lost me enganou. Estava crente que a coisa ia pegar fogo. Que nada!
O segundo episódio da quarta temporada foi bem fraco...chato até.
Confesso que me aborreci vendo. Deu uma leve melhora dos últimos minutos e só.
Basicamente conhecemos os 4 tripulantes do helicóptero da finada Naomi.
São eles:
Uma antropóloga metida a folgada, que logo de cara leva duas balas do Ben. Infelizmente, não veio à óbito.(Charlotte Lewis)
Um caça-fantasmas, sensitivo, médium, pai-de-santo japonês/chinês/coreano- difícil precisar a origem do rapaz...talvez DO ALÉM, seja mais provavél.(Miles Straume)
Um cara meio chato que é Físico. O primeiro a cair na ilha. Chorão de marca maior pelo visto. (Daniel Faraday)
Um piloto bêbado, que pelo que deveria ter comandado o voô 815 da Oceanic, mas não completou a missão. Causa ainda desconhecida. Provavelmente umas doses a mais. Vale lembrar que o ator que o interpreta já "estrelou" diversos filmes de gosto duvidoso.(Frank Lapidus)
Pouca coisa se descobriu de fato. Sabemos apenas que eles estão na ilha à procura do Ben e mais nada.
Vimos também o surgimento de um novo símbolo da Dharma, quando da escavação do urso polar em pleno deserto da Tunísia.
Fora isso, nada mais foi interessante. Esperemos por mais um Lost, na semana que vem.
Pois bem. Há exatas duas semanas começamos este blog.
Era uma idéia antiga, que sempre surgia diante dos papos filisóficos, envolvendo as séries, no MSN.
Diego e eu percebemos que somos viciados. Seriemaníacos, como dizem. A sacada era usar nossa 'doença' de alguma forma e assim, veio o blog.
O que nos tem intrigado são nossas visitas.
Começou devagar-coisa normal. Com um ou outro conhecido entrando e me falando por fora do blog, mas de fato sem nenhum comentário por aqui.
A falta de comentários continua. Mas nos últimos dias tivemos muitas visitas.E de diversas partes do mundo, como pude comprovar pelo mapa de acessos do Sitemeter.
Quando vimos o número de visitas pular para além de 56 no final da noite de ontem, achamos que havia algo errado. Hoje, ainda no inicio da tarde já tivemos 43.
Mas eu pergunto: Onde estão nossos visitantes? Quem são eles, afinal? Por que não se manifestam nunca?Afinal,Onde está Wally?
Então, se você está passando por aqui, nos deixe um OI. Precisamos ter certeza de que você é, de fato, real!
PS*Final de Semana, vem aí!Ninguém aguenta mais trabalhar!kkkkk
Infelizmente o Carnaval acabou hoje e com ele meu tempo livre para ver séries.
Definitivamente dei uma de maníaca e detonei quase 4 temporadas completas de One tree Hill. Isso, além das coisinhas avulsas que surgiram.
Eu já tinha assistido tudo de OTH. Resolvi rever, pq acho que da primeira vez não vi com toda a atenção.
Pois bem. Atentei para novos detalhes e confirmei que realmente adoro a série. Especialmente a 3ª temporada, que considero cheia de surpresas emocionantes.Na verdade é uma temporada corajosa, porque colocar um 'massacre escolar', coisa que às vezes aterroriza os americanos e ainda, matar um dos personagens do bem, foi bastante arriscado.
A coisa podia ter degringolado e ganhado um tom tão triste e sombrio que nada pudesse recuperar. Mas não é o que acontece. Aos poucos as coisas ganham novas perspectivas e aí vem novas reviravoltas.
O personagem Dan Scott é, para mim, o melhor vilão. Ele é tão terrível que nem o Lostzilla mexeria com ele. E nessa temporada, em especial ele está mais cruel do que nunca.
As duas primeiras temporadas são boas também. E a quarta, que deveria ter sido a última, e acabou não sendo, traz uma breve resolução dos dramas , mas deixa uma porta aberta para o futuro, que está sendo mostrado na quinta temporada, que eu começo a ver até segunda-feira.
...não consigo entender como o IsLifecorp conseguiu se manter em Overload de sistema durante os últimos 10 dias. Por mais que a galera esteja louca pra pegar os links de Lost e das novas séries, acho impossível se ter o sistema em carga máxima durante 240 horas seguidas. Enfim...era só pra constar!
Achei que tinha baixado um especial e acabei baixando outro.
Nem fazia idéia de que eram 2 na verdade.
Tudo bem. Agora já estou devidamente atualizada.
Assisti ao especial de natal- e dessa vez tinha bastante natalidade(rs). Troquei as bolas lindo.
Antes tinha visto o outro especial: Secret Party, achando que era o de Natal.
Pois bem. Nada que eu não pudesse resolver.
O Natal com Skins, tem cerca de 7 minutos. A maior parte do tempo eles falamda importância de se ter um peru gordo e natural, assim como bebidas- em quantidade profusa- para acompanhar.
Não podia ser diferente. Mas a mensagem final é até um clichê, coisa rara em se falando de Skins.
A coisa da união e celebração continua lá.
Já em Secret Party a coisa é doida. Basicamente, como eu já disse, precisa estar drogado pra entender aquilo de verdade. Mas eu gosto. Isso é Skins!
Para a nova temporada que teremos esse ano, continua na minha dúvida cruel: Where is Tony?
Será que vão realmente eliminar o personagem mais ácido da série?
Creio que propositadamente ele não aparece em nenhum dos dois especiais.