quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Switched at Birth 1x26: Tree of Forgiveness



Nem o ciúme resolve.

Como Switched at Birth se transformou numa série extramente regular e que nunca deixa a peteca cair, vamos ao que interessa. Esse episódio trouxe um pouquinho do casal favorito de 99% dos fãs da série, mas não estamos nem perto de uma resolução.
Ver Bay e Emmett conversando parece ter sido um passo importante, mas o preocupante é que, pelo modo como ela agiu ao ver a garota interessada em Emmett, Bay realmente não está pronta para perdoar e nem mesmo uma dose de ciúme ajudou. Não é nem que ela não tenha cogitado, mas nesse caso ela está agindo com maturidade, o que pode ser bom. Imagino que se E-Bay já voltasse às boas o caminho natural seria muitas crises entre os dois. Mas é claro, a torcida continua.
O que não dá para ignorar é que outra torcida se forma: Baydusa. Acho que a ABC Family pretende lidar só com uma nova amizade, mas o clima das cenas com a galera do grafite sugere que há muito mais entre Bay e Medusa. “Você é a única que entende meu mundo”. Então tá. Esse tipo de coisa tem um significado bem dúbio e por isso a viagem dos fãs pode não ser tão viajante assim. Dá para notar que as duas vão se aproximar ainda mais e quem sabe até dividir uma cela na prisão local, agora que compartilharam até uma batida policial juntinhas.
Nesse clima de parcerias, o que impressionou foi a de Toby e Kathryn. Eu nem sabia que essa mulher cantava, então a apresentação pro pessoal da igreja foi um choque. Um choque positivo é claro. Se for para citar uma fraqueza da série, ela está na utilização de Toby, mas dá até para notar algumas tentativas de incluí-lo. Esse retorno dele à música pode ser uma boa coisa, inclusive porque lembraram de trazer até um novo par romântico para ele.
Enquanto isso, Simone amarga o ódio do mundo e resolve que beber é a solução. Quão randômico é Regina ajudá-la a sair dessa. Sim, Regina é alcoólatra, mas mesmo assim... Não consigo ver essa trama como algo natural ou necessário. Mas se para uns Simone é dispensável, para outros a coisa é diferente. Não dá para negar que tem gente interessada na personagem, mesmo que eu não veja o menor futuro para ela dentro da série.
Por outro lado, Angelão vai ganhando espaço e começo até a acreditar nas intenções dele. Sei lá, às vezes parece que ele quer mesmo fazer parte dessa família e ser um pai para Daphne e Bay. Meu único problema é que o acho tão jovem para ser pai de Daphne que não consigo ver nada deles com naturalidade. O mesmo não acontece com Bay, o que é bizarro.
Como Bay e John estão num intenso debate sobre arte de rua, eis que o conflito se agrava. John é sempre um cara compreensivo, mas dessa vez está mostrando o quanto pode ser cabeça dura. Não que eu seja a favor de grafitagem invadindo o mundo, porque algumas coisas são medonhas e só poluem o visual, mas os trabalhos mostrados na série são realmente bonitos e muito diferentes dos desenhos de palavrões que vemos tão comumente. Em todo caso, nem isso deixa de ser uma forma de expressão e nesse ponto, Switched at Birth acerta de novo. Um dos trunfos da série é discutir assuntos atuais com linguagem simples e familiar.
P.S*A menina surda que fala com Emmett e Daphne na reunião dos motoqueiros é surda mesmo, com o plus de ser campeã de MotoCross. O nome dela é Ashley Fiolek. Participação muito bem escolhida.
P.S*Gemidos de Angelo no hospital são dignos de Oscar.
P.S*Como não amar Emmett dizendo que já encontrou a garota perfeita para ele?



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